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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Ponto certo da colheita do café

Ponto certo da colheita do café 

Não só a condução e os tratos culturais são importantes na cultura do café. A colheita é fator primordial para se chegar à fase de preparo do café para venda com ganhos em qualidade e produtividade. Deve-se ficar atento ao momento certo de se iniciar a colheita e de terminá-la. São várias as maneiras de se colher o café, dependo da região, inclinação dos terrenos e disponibilidade de tecnologia. Este pode ser considerado um dos momentos-chave para se ter sucesso na cultura.

 Início e término da colheita

 Na cultura do café, um dos inconvenientes é a ocorrência desigual da maturação dos frutos. O ideal é que se inicie a colheita quando restarem apenas 5% de frutos verdes, podendo chegar ao limite de 20%. Quantidades grandes de frutos verdes na colheita do café ocasionam perdas na classificação por tipo, qualidade da bebida, desgaste da planta e valor do produto.

 Quanto mais altitude e menor temperatura, mais demorada é a maturação dos frutos do café. Nas regiões do centro ao sul do país, as colheitas se iniciam em março/abril e se enceram em setembro, quando se inicia a floração nestas regiões. Já do centro do país para o norte, como no Estado da Bahia, a colheita se inicia em setembro.

Cuidados na pré-colheita

As plantas de café devem ser bem nutridas para que deem origem ao máximo de frutos cereja, perfeitos e cheios, para serem colhidos. No entanto, a má nutrição leva à produção de frutos imperfeitos, além de facilitar a entrada de doenças e pragas, que causam injúrias e imperfeições nos frutos. Deve-se ter cuidado com a entrada das pragas e doenças, já citadas anteriormente, por meio do monitoramento e da prevenção, em áreas com problemas fitossanitários.

 Antes do início da colheita, deve-se atentar para os cuidados com:

-Pessoal qualificado e equipado para as operações;

-Máquinas e equipamentos revisados, com bom funcionamento;

-Panos, rastelos, sacarias, peneiras e outros materiais disponíveis;

-Terreiros, secadores, lavadores e tulhas, limpos e revisados.

A arruação consiste em uma operação em que se retiram os restos vegetais, que ficam no chão, abaixo da saia da planta do café. Isso é feito com rastelos, sopradores  e outros equipamentos para deixar o pé da planta limpo para se fazer a colheita. Entretanto, deve-se ter o cuidado para não retirar terra demais danificando as raízes da planta. Essa prática facilita a colheita no chão, melhorando a qualidade dos grãos colhidos.

FATORES QUE AFETAM A QUALIDADE DO CAFÉ

As características físicas e a composição química do café são influenciadas por fatores de naturezas diversas, destacando- se entre eles os fatores genéticos, ambientais, nutricionais, manejo da lavoura, colheita, preparo, etc. À exceção dos genéticos e ambientais, os demais fatores podem ser controlados após a implantação da lavoura, não só no manejo (boas práticas agronômicas), quando todo esforço é empregado na obtenção do máximo em qualidade, quanto na fase de colheita e preparo do café, em que se busca a preservação da qualidade obtida.

Padronização da lavoura para a melhoria da qualidade

O princípio básico a ser aplicado na implantação e condução da lavoura cafe-eira é o de que a matéria-prima para um café de qualidade é constituída por frutos cerejas sadios e graúdos e que estes ocorrem em ramos vigorosos. Com o passar dos anos, as altas cargas, os fatores adversos (secas, pragas, doenças), o fechamento e mesmo a própria idade da lavoura somam-se, resultando na acentuação da bienalidade, finalizando em declínio.

As técnicas de manejo, visando os objetivos citados, devem ser aplicadas desde o início, a partir da implantação do cafezal, o que requer planejamento, a começar pela escolha da variedade mais adequada às condições de clima e solo de cada região, combinando os espaçamentos mais compatíveis com o manejo que se pretende adotar, levando-se em conta a disponibilidade dos recursos requeridos.



Monitoramento da lavoura de Café

 Monitoramento da lavoura de Café

A análise de folha auxilia no monitoramento das necessidades da cultura ao longo do crescimento. Análises sazonais, conduzidas no mesmo estágio de crescimento, ajudam o produtor a ter uma melhor visão sobre o estado nutricional e as necessidades, destacando onde são necessários ajustes dentro do programa de adubação.

A análise de folha também deve ser usada para diagnosticar ou confirmar deficiências nutricionais, particularmente onde os sintomas visuais são confusos, não visíveis, ou onde ocorrem múltiplas deficiências nutricionais.

É importante assegurar que as análises foliares sejam norteadas por procedimentos padronizados. A fase de pré-florescimento é a mais indicada para amostragem, porém análises mais frequentes são desejáveis para averiguação e ajuste de nutrientes durante períodos de crescimento ativo. Na prática, o terceiro e quarto pares de folha a partir do ápice em um galho primário ativo de plantas produtivas, são mais comumente amostradas. As amostras devem ser formadas por aproximadamente 100 folhas selecionadas aleatoriamente de 40 plantas dentro talhões homogêneos de 2 a 4 ha. 

A implantação de uma lavoura é uma das fases mais importantes para o sucesso de uma propriedade cafeeira. As consequências das decisões tomadas nesse momento poderão ser observadas e sentidas ao longo do período de condução da cultura. 

Se as decisões forem analisadas criteriosamente e planejadas, podem repercutir por todo estabelecimento da cultura naquela área, garantindo ou não a obtenção de altas produtividades, cafés com melhor qualidade de bebida, plantas vigorosas, diminuição no custo de produção, baixo impacto ambiental e facilidade de manejo. Já decisões erradas podem trazer prejuízos significativos ao produtor e também ao meio ambiente


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quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Cultivo da Pimenta Malagueta

 Cultivo da Pimenta Malagueta

• Cultivar de pimenta de sabor picante, muito consumida no Brasil.

• Início de colheita aproximadamente aos 50 dias após o transplante, permitindo muitas colheitas, dependendo principalmente das condições de cultivo.

• Planta arbustiva, bastante rústica e produtiva.

• Produz frutos de formato cônico-alongado, com comprimento médio de 7 cm e diâmetro de 1 cm, coloração verde que fica vermelha intensa quando maduros.

• Boa adaptação às diversas regiões de cultivo no Brasil.

As pimentas do gênero Capsicum fazem parte da riqueza cultural brasileira e do valioso patrimônio genético de nossa biodiversidade. São cultivadas em todo o território brasileiro, desde o Rio Grande do Sul até Roraima, com uma rica variação de tamanhos, cores, sabores e, é claro, pungência, picância ou ardume, marca registrada das pimentas. Algumas espécies são originárias do Brasil, o que aumenta a nossa responsabilidade de preservá-las para as gerações futuras.

Malagueta, dedo-de-moça, americana, chapéu-de-bispo, cumari-amarela, de-bode, de-cheiro, tabasco, murupi e biquinho são apenas algumas das muitas denominações de pimentas cultivadas no Brasil, todas parentes muito próximas dos pimentões.

O agronegócio das pimentas é muito mais relevante do que se imagina, e envolve diferentes segmentos, desde as pequenas plantações e fábricas artesanais caseiras de conservas até a exportação de páprica por empresas multinacionais que competem no mercado internacional de especiarias e temperos.

Nos últimos anos, as pimentas têm ganho espaço cada vez maior na mídia, por sua versatilidade culinária, industrial, ornamental e também por suas propriedades medicinais.

A Embrapa Hortaliças vem estudando as pimentas e pimentões há vinte e oito anos, já tendo lançado diversas inovações técnicas, cultivares e publicações relevantes relativas a essas espécies de plantas. Este livro, ricamente ilustrado para destacar a beleza das pimentas, é mais um produto a enriquecer o acervo da instituição, posto à disposição de quantos se dedicam ou se interessam pelo tema.

A obra, em quinze capítulos, reúne informações gerais sobre as pimentas do gênero Capsicum que ocorrem e são cultivadas no Brasil e sobre os diversos segmentos do sistema produtivo desta hortaliça. Foi elaborada por uma equipe de pesquisadores com vasta experiência em pesquisa e extensão rural, o que o credencia a ser um marco e fonte de referência para produtores, estudantes, professores, extensionistas, pesquisadores e curiosos ou outros estudiosos.


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segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Cozinha Mineira: Costelinha, angu e ora-pro-nobis

 Cozinha Mineira: Costelinha, angu e ora-pro-nobis

Receitas de Minas Gerais que vão te deixar com água na boca

A culinária de Minas Gerais talvez seja a que concentra a maior diversidade de pratos no Brasil, pois em cada região do estado há uma comida típica diferente, com ingredientes encontrados com fartura no meio rural. Há duas iguarias oferecidas nas mesas de todas as casas mineiras, principalmente no interior: o feijão tropeiro (prato típico das cozinhas paulista e mineira) e o angu (típico do Brasil).

Importante destacar que a culinária mineira traz elementos que apontam para a diversidade local iniciada, ainda, com o primeiro adentramento dos exploradores de ouro. Portugueses, negros e índios passaram a compartilhar hábitos e ingredientes, até então singulares, que, ao longo do tempo, enraizaram uma cultura gastronômica única e que valorizava, cada vez mais, o regionalismo.

A partir do século XVIII, a visibilidade da região de Minas Gerais passou a deixar marcas na culinária nacional. Os variados e criativos usos de ingredientes como a mandioca e seus derivados, o milho, o leite, os tubérculos e folhagens, bem como as carnes de porco e boi, fazem partes de receitas passadas de geração à geração e que adentraram o século XIX e chegaram à nossa contemporaneidade. A proximidade de regiões (Goiás, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro) com tradições gastronômicas peculiares apenas reforçaram os sabores da culinária mineira, tornando-a uma referência histórica que funde hábitos e ingredientes europeus, indígenas e africanos.


Ingredientes

800g de costelinha

1 colher de óleo

1 colher de colorau

1 colher de tempero batido com cebola e alho

400g de de ora-pro-nóbis

1 kg de fubá (para fazer o angu)

Modo de preparo

Unte a panela com óleo e refogue o tempero de alho e cebola com um pouco de colorau, junte a costelinha já picada e cubra com água. Deixe cozinhar por uns 30 minutos até ficar macia. Prepare o angu e deixe cozinhar bem. Lave o ora-pro-nóbis, misture na costelinha já cozida, deixe ferver por mais alguns minutos e sirva com angu.


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terça-feira, 5 de outubro de 2021

Biscoito de farinha de trigo e fubá

 Biscoito de farinha de trigo e fubá

Uma receita do interior de minas, o potencial Gastronômico, Turístico e Cultural da região do Circuito Turístico Veredas do Paraopeba, segue a. Receita preparada pela Mestra Ilda Rabelo: Biscoito Doce de Fubá e Farinha assado em forno a lenha, município de ITAGUARA - MG

A culinária de Minas Gerais talvez seja a que concentra a maior diversidade de pratos no Brasil, pois em cada região do estado há uma comida típica diferente, com ingredientes encontrados com fartura no meio rural. Há duas iguarias oferecidas nas mesas de todas as casas mineiras, principalmente no interior: o feijão tropeiro (prato típico das cozinhas paulista e mineira) e o angu (típico do Brasil).

Importante destacar que a culinária mineira traz elementos que apontam para a diversidade local iniciada, ainda, com o primeiro adentramento dos exploradores de ouro. Portugueses, negros e índios passaram a compartilhar hábitos e ingredientes, até então singulares, que, ao longo do tempo, enraizaram uma cultura gastronômica única e que valorizava, cada vez mais, o regionalismo.

A partir do século XVIII, a visibilidade da região de Minas Gerais passou a deixar marcas na culinária nacional. Os variados e criativos usos de ingredientes como a mandioca e seus derivados, o milho, o leite, os tubérculos e folhagens, bem como as carnes de porco e boi, fazem partes de receitas passadas de geração à geração e que adentraram o século XIX e chegaram à nossa contemporaneidade. A proximidade de regiões (Goiás, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro) com tradições gastronômicas peculiares apenas reforçaram os sabores da culinária mineira, tornando-a uma referência histórica que funde hábitos e ingredientes europeus, indígenas e africanos.

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terça-feira, 28 de setembro de 2021

Hortaliças embaladas, maior lucro

 Hortaliças embaladas, maior lucro

Em Minas Gerais, produtores de legumes e hortaliças estão adotando uma estratégia que ajuda a evitar as perdas na agricultura e ainda aumenta  a margem de lucro. Eles embalam suas verduras e legumes em bandejas de isopor ou PET, envoltas com filme PVC. Além de melhorar o rendimento das propriedades, a prática, orientada por extensionistas da Emater-MG, agrada também ao comércio, que pode ampliar o tempo de exposição das mercadorias, e aos consumidores, pela facilidade na compra.

O extensionista local da Emater-MG em Jaboticatubas, Osmar José da Silva, conta que os produtores familiares da região adotaram a prática iniciada por Takazuki Esaki, um grande produtor que foi pioneiro na embalagem de hortaliças. “A Emater-MG adaptou a tecnologia para os pequenos produtores e incentiva a organização em grupos de produção”, explica Osmar.

O trabalho da Emater-MG junto aos produtores resultou na criação do Barracão do Produtor, local próprio para a classificação e embalagem conjunta. Entre os produtos embalados no barracão estão pepino japonês, tomate cereja, tomate, brocólis, couve-flor, ervilha e pimentão, abóbora menina, brócolis, couve-flor, quiabo, nabo, rabanete, vagem, ervilha, pimenta e até cana-de-açúcar, pronta para o consumo. O processo de embalagem é realizado de duas a três vezes por semana. Depois, as bandejas são transportadas para a Ceasa, em Contagem, onde são comercializados 95% dos produtos. O restante é vendido no comércio local.

De acordo com o produtor Júlio Esaki, filho de Takasuki, a embalagem ajuda a preservar a qualidade. “O grande vilão, hoje, dos hortifrutigranjeiros é a perda do produto, por danos no transporte. Se estão protegidos, isso não acontece”, diz. “ A vantagem não é só para o produtor, mas para o comerciante que evita perda de produtos e também para o consumidor, que compra somente a quantidade que vai necessitar, evitando o desperdício”, argumenta.

Frutas e hortaliças minimamente processadas são, em essência, vegetais que passaram por alterações físicas, isto é, foram descascados, picados, torneados e ralados, dentre outros processos, mas mantidos no estado fresco e metabolicamente ativos.

A tecnologia de processamento mínimo de frutas e hortaliças tem experimentado significativo incremento nos últimos anos. No Brasil, desde o início das pesquisas com frutas e hortaliças minimamente processadas, na década de 90, houve avanço expressivo no domínio dos diferentes processos associados a esse segmento da agroindústria. Tal avanço foi possível graças ao empenho de diferentes grupos de pesquisa e desenvolvimento, que, não obstante as sucessivas crises pelas quais tem passado o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil, não mediram esforços na busca de soluções para os diversos entraves vividos pelo setor produtivo, o que gerou um número expressivo de projetos, publicações, palestras, seminários, treinamentos, teses e dissertações de cursos de pós-graduação sobre o assunto.

Apesar de todas as conquistas obtidas nesses últimos anos, não há dúvida de que muito ainda precisa ser feito. Entraves tecnológicos como o escurecimento enzimático de folhosas e tubérculos e o esbranquiçamento de algumas raízes, a inadequação de filmes de plástico ou mesmo de combinações de gases para o acondicionamento de frutas e hortaliças, a existência de agroindústrias operando sem o mínimo de condições higiênicas, o desconhecimento tanto por parte de processadores quanto de supermercadistas da importância da manutenção da cadeia do frio e o desenvolvimento de novos produtos e ferramentas de comercialização são desafios que ainda estão por ser vencidos pelos diversos atores envolvidos com a atividade de processamento mínimo de frutas e hortaliças no Brasil.

Um panorama sobre a tecnologia de processamento mínimo de frutas e hortaliças é apresentado a seguir, enfocando alguns dos principais tópicos desse processo, bem como a realidade das agroindústrias nacionais e as possíveis soluções que estão sendo avaliadas para os problemas existentes. Salienta-se que muitos dos tópicos abordados neste capítulo serão discutidos de maneira mais ampla e completa nos demais capítulos deste livro.



quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Como fazer uma composteira doméstica

 Como fazer uma composteira doméstica

A compostagem representa prática barata e natural que transforma a sua cozinha e resíduos de jardim em alimento rico em nutrientes valiosos. Fácil de fazer e usar! Faça a sua parte para reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterro. Mesmo para as famílias que já possuem o sistema, quase metade dos alimentos nas latas de lixo poderia ter ido para o sistema de compostagem, veja o vídeo.

Este manual parte do princípio de que, com algum conhecimento técnico, mobilização social e boa vontade, é possível tratar os resíduos orgânicos que geramos por meio da compostagem em nossas próprias comunidades e instituições.

Associando a compostagem com a jardinagem e a agricultura urbana, transforma-se um potencial problema ambiental em fonte de saúde coletiva, promove-se a reconexão com a terra e aprofundam-se os laços sociais. Desta forma, o principal objetivo deste manual é desmistificar a gestão descentralizada de resíduos orgânicos e inspirar comunidades e instituições a se envolverem com a gestão dos resíduos orgânicos que geram.

O manual busca tratar do tema de compostagem comunitária (em um bairro, por exemplo) e institucional (em um restaurante, hotel, escola, órgão público entre outros) de resíduos orgânicos utilizando uma linguagem acessível, sem desprezar as informações técnicas importantes, para concretizar iniciativas do gênero. Este tipo de gestão de resíduos tem a característica de ser descentralizado, geralmente de porte pequeno ou médio e dispensa a necessidade de transporte dos resíduos para outros locais. Por isso, nesta cartilha, daremos ênfase a um método específico de compostagem que tem sido aplicada com sucesso no Brasil para a compostagem comunitária ou institucional (O público-alvo são lideranças comunitárias, agentes de saúde, estudantes e outras pessoas interessadas no assunto.

O conhecimento exposto aqui é baseado na experiência acumulada de comunidades e instituições que assumiram responsabilidade pelos resíduos que geram, percorrendo um caminho de aprendizado que leva à alquimia de transformar restos descartados em fonte de vida. Reciclar os resíduos orgânicos e restabelecer seu papel natural de fertilizar os solos é um dos principais desafios ambientais que enfrentamos atualmente e somente com envolvimento coletivo alcançaremos sucesso em uma das muitas frentes para a efetiva implementação da Política Municipal de Resíduos Sólidos.



sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Cultivo do Amendoim

 Cultivo do Amendoim

O amendoim é um produto cultivado em várias regiões fisiográficas do País. Nos últimos 5 anos, a produção vem crescendo gradativamente, estimando-se 800 mil toneladas ao ano.

Esse incremento na produção refletiu ganhos consistentes em produtividade obtidos em safras anteriores, devidos principalmente à adoção de cultivares mais produtivas, entre outras tecnologias. Essa mudança permitiu, inclusive, a exploração do mercado externo, após 20 anos de interrupção das exportações de volumes significativos de amendoim (em vagem e descascado).

A maior eficiência do processo produtivo implica tanto na redução dos custos quanto no controle de pragas e doenças, resultando em maiores produtividades. Neste livro, as perguntas selecionadas incluem os questionamentos mais frequentes de agricultores, estudantes, técnicos e demais clientes interessados no agronegócio do amendoim.

No entanto, a qualidade do produto tem sido o maior desafio de sua cadeia produtiva, para atender às exigências dos mercados interno e externo. Assim, informações mais detalhadas sobre nutrição, propriedades bioquímicas, agroenergia e segurança alimentar também foram contempladas nesta obra, visando agregar conhecimentos fundamentais para esclarecer aspectos determinantes do consumo do amendoim e de seus derivados.

Para atender aos interesses mais diversos relacionados à cultura do amendoim – e à demanda por informação atualizada – esta publicação reuniu autores e colaboradores de diferentes áreas do conhecimento e instituições, oferecendo ao leitor uma visão abrangente dessa cultura extremamente versátil.

No Brasil, a cultura do amendoim já foi uma das mais expressivas no mercado nacional de oleaginosas, gerando divisas tanto pelo abastecimento interno de óleo vegetal quanto pela exportação de subprodutos. Contudo, a partir da década de 1980, houve forte reversão no agronegócio dessa cultura, decorrente de vários fatores, especialmente de ordem tecnológica e de mercado, que levaram à redução na área de cultivo e na participação do produto na balança comercial.

Diante dessas transformações, o amendoim passou a ser cultivado, visando, principalmente, atender ao mercado interno de grãos in natura e à indústria de alimentos. Para mudar esse cenário, foram necessários vários ajustes nos processos que limitavam o crescimento da cadeia produtiva dessa cultura, sendo os mais expressivos:

• A adoção de sistemas de produção tecnificados. 

• A redução dos custos de produção agrícola.

• Adoção de novas cultivares e alto investimento na qualidade do produto, de modo a retomar a confiabilidade das indústrias de alimentos e do mercado internacional.

Atualmente, o mercado de amendoim expandiu-se nos segmentos in natura e de confeitaria. Com as novas demandas que surgem com a agroenergia, abre-se mais um nicho de oportunidades para o emergente mercado de biodesel.

No entanto, a melhoria do processo produtivo, ocorrida nos últimos anos, gera novos desafios, que demandam conhecimentos atualizados em diversos aspectos. Este livro fornece aos leitores informações relevantes sobre ciência e tecnologia, reunidas de maneira a propiciar uma leitura agradável e acessível.

O fator climático mais importante para o crescimento da planta e o desenvolvimento do amendoim é a temperatura. Por sua vez, tanto o florescimento quanto a maturação e o crescimento dos frutos estão diretamente ligados à temperatura.

O amendoinzeiro tem metabolismo fotossintético do tipo C3 eapresenta taxa fotossintética líquida máxima a 30 oC. A máxima taxa de produção de matéria seca, ou produtividade da cultura, é de 19,6 g/m².dia. A velocidade de germinação atinge níveis máximos sob temperaturas entre 32 oC e 34 oC.

No entanto, em temperaturas inferiores a 18 oC, o poder germinativo é bastante reduzido e a velocidade do processo germinativo cai proporcionalmente com a redução da temperatura.

A fase vegetativa da planta é prolongada em temperaturas abaixo do ótimo, adiando o início da floração. Contudo, o período entre germinação e florescimento é determinado não apenas pela temperatura, mas também pelo genótipo.

A demanda de água durante o ciclo varia, sendo maior na fase de enchimento das vagens. Geralmente, o consumo de água varia de 665 mm para variedades de ciclo longo a 490 mm para as de ciclo curto.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Criação de mini vacas e pôneis

 Criação de mini vacas e pôneis

Já imaginou poder ter no quintal de casa uma pequena fazenda onde todos os animais fossem pequenos, assim como os domésticos? Pois então, isso já é possível. Agora já é admissível ter em casa uma vaca ou um pônei em miniatura, e existem algumas diferenças, não apenas no tamanho, destes animais que encantam todo mundo pelo seu tamanho.

Uma vaca miniaturizada pode sobreviver tranquilamente em um espaço residencial, e apropriado, sem muitos custos, de modo que até mesmo as crianças poderão ordenhá-la seguindo poucas regras se comparadas aos animais de grande porte. O gasto é mínimo, mas os cuidados com a higiene são grandes. Um mini pônei, por exemplo, precisam ser banhadas três vezes na semana.

Esses pequenos animais podem ser uma ideia muito legal para quem sempre desejou ter uma criação, mas não tem como comprar uma chácara, por exemplo. E o mais interessante é que pode ser manejado por crianças, o que acaba por influenciá-las sobre a importância destes animais em nossas vidas. Existem no mercado vários destes animais à venda, tais como mini porcos, mini vacas, mini pôneis, mini coelhos e mini lhamas.

Já são encontradas várias fazendas especializadas na criação e comercialização destes animais, de modo que eles são os mais aptos a darem todas as instruções de como cuidar do animal. A maioria destas fazendas anda pelo Brasil expondo seus belíssimos animais, alguns até premiados. 

Mesmo sendo um animal em miniatura e de seus cuidados não serem tão complexos, existe toda uma responsabilidade quanto à alimentação, espaço entre outros meios que garantem que o animal viva por mais tempo e com uma saúde satisfatória sempre. O interessante é que estes pequenos animais poderão ser apreciados por todos e com certeza serão muito paparicados e fotografados por onde andarem devido à beleza e a sutileza de seu tamanho.


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terça-feira, 17 de agosto de 2021

Controle Biológico do Ácaro Rajado no Morango

 Controle Biológico do Ácaro Rajado no Morango

Uso de ácaros predadores no controle biológico

Ácaros predadores das famílias Erythraeidae, Cunaxidae, Phytoseiidae e Stigmaeidae foram observados na cultura do morangueiro no Estado do Rio Grande do Sul. Os fitoseídeos são os ácaros mais comuns e os mais importantes no controle dos ácaros fitófagos sendo que onze espécies de Phytoseiidae foram relatadas associadas à cultura do morangueiro no RS com destaque para Neoseiulus californicus (McGregor, 1954) e Phytoseiulus macropilis (Banks, 1904).

Neoseiulus californicus - Quando adulto, apresenta cor amarelo-palha e corpo alongado. Observado normalmente na face inferior dos folíolos sob a teia do ácaro rajado ou próximo da nervura principal. Exerce um controle efetivo sobre as populações do ácaro-rajado e do ácaro do enfezamento. Este predador é criado em estufas para realizar a liberação massal e controlar os ácaros-praga da cultura do morangueiro.

Phytoseiulus macropilis - Quando adulto apresenta cor avermelhada e o corpo forma ovóide. Também é encontrado na face inferior dos folíolos do morangueiro sob a teia do ácaro rajado ou próximo da nervura principal. Pode ser visualizado sem o uso de lupa como um ponto vermelho de rápida movimentação. Quando tocado movimenta-se rapidamente. Ocorre naturalmente em plantações de morango sem o uso de agrotóxicos. Alguns agricultores conseguem controlar de forma satisfatória o ácaro rajado somente com o emprego deste predador, sem a necessidade de intervenção química. Devido a seu alto consumo de presas e desconhecimento de presas alternativas, é de difícil criação massal.

Os dois gêneros são importantes agentes de controle biológico adquirindo a cor das presas nas quais se alimentam. Deslocam-se com muita rapidez em toda a superfície foliar e predam preferencialmente ácaros tetraniquídeos. Na falta desses passam a se alimentar de outros ácaros, ninfas de cochonilhas, fungos, grãos de pólen e de sucos celulares. Os fitoseídeos podem ser multiplicados, com facilidade, em ambientes controlados, com a finalidade de desenvolver o controle biológico nas lavouras


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domingo, 8 de agosto de 2021

Conheça a raça da vaca holandesa

 Conheça a raça da vaca holandesa

A raça Holandesa também é conhecida em todo o mundo como Holstein Frisian. Sua principal característica, que o destaca em relação às demais raças, é a sua excelente capacidade leiteira, fazendo com que seja considerada uma das melhores raças leiteiras de todo o mundo. A Raça holandesa melhorou muito, através dos anos, graças a um excelente trabalho de seleção e aperfeiçoamento, baseado em um controle técnico e científico bastante rigoroso, ou seja, sob os mais rigorosos padrões zootécnicos. A pelagem dos antigos bovinos holandeses variavam muito, inclusive os de cara branca.

A raça Holandesa possui características marcantes quando trata de produção de leite e sua história tem início há mais de 2000 anos. 

A Raça Holandesa (Holstein-Friesian) é uma raça europeia (Bos taurus taurus) especializada na produção de leite amplamente utilizada no mundo, sendo conhecida por ser a maior produtora de leite em volume. A raça é muito popular internacionalmente, sendo bastante utilizada no Brasil, especialmente em direção ao Sul do país. Este texto traz um pouquinho da origem, história e características da raça.

Acredita-se que ancestrais primitivos dos animais que existem hoje eram domesticados há mais de 2000 anos nas terras planas e pantanosas do Norte da Holanda e Oeste da Província da Frísia. A principal característica da raça a princípio era o padrão malhado, com manchas, em sua maioria pretas, sobre uma base branca e aptidão leiteira, mesmo em uma época em que não havia raças, seleção, e nem animais especializados em uma determinada função. Logo a raça passou a ser selecionada como de dupla aptidão e os criadores buscavam por animais da pelagem preta e branca.

No século XIX, o gado da Frísia havia estabelecido a pelagem preta e branca e já apresentava um grau de conformação condizente com maiores produções de leite, enquanto nas outras províncias o rebanho apresentava grande variabilidade. Foi então que aumentou a demanda por importações de gado, surgindo a necessidade de uma criação mais controlada e o abandono dos cruzamentos, o que provocou a fundação do primeiro Herdbook em 1879.

Uma considerável confusão a respeito deste gado malhado, que se originou na Holanda, foi causada por frequentes mudanças de nome feitas à medida que a raça foi sendo importada por outros países. Em sua região natal, a raça sempre foi chamada pelo nome Friesian ou Zwartbont Fries-Hollands que na tradução ao português seria Holandês Preto e Branco. O nome Holstein, como a raça é conhecida internacionalmente, segundo diversos autores, não seria correto.

Quando o gado da raça foi importado para a América do Norte houve um mal-entendido e acreditou-se que os animais provinham de um local chamado Holstein. Entretanto, não há um local na Holanda com este nome. Este é o nome de uma província alemã (Scheleswing-Holstein) de onde apenas uma pequena parte dos animais importados provieram. A maioria (95%) das exportações de gado da raça foram do Norte e do Sul da Holanda, inegavelmente o berço da raça.


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domingo, 1 de agosto de 2021

Pimenta como alternativa de renda

 Pimenta como alternativa de renda

Ervas, especiarias, vegetais, condimentos, decoração? É tudo isso. Depois do sal, é o condimento mais utilizado no mundo e encontrado em quase todos os lugares atualmente.

Existem diversas espécies de pimenta, cada qual com características próprias: cores, aromas e sabores, dos mais sutis aos mais intensos. Delas derivam produtos como geleias, molhos e temperos que encantam o paladar de muitos.

Em Minas Gerais, muitos produtores optaram pela pimenta como alternativa de renda, e o cultivo se firmou como uma das bases da economia de muitos municípios. Na economia deste Estado, o cultivo da pimenta é muito importante do ponto de vista social, pois gera empregos e renda.

No cultivo de 1,0 ha de pimenta-malagueta há geração de quatro a cinco postos de trabalho, além de serviços temporários na colheita. Do ponto de vista econômico, há aumento na renda do produtor gerada pela agregação de valor ao produto (pelo processamento) e aumento na renda do município pelo estabelecimento de agroindústria.


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DOCE DE JAMBO

 DOCE DE JAMBO

INGREDIENTES

1 kilo de jambo ,

1/2 kilo de açúcar ,

um pouco de água

MODO DE PREPARO

cortar o jambo em pedaços pequenos , tira o caroço ,

Leva para cozinhar com pouca água depois coloca o açúcar até dar o ponto.


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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Conheça a cultura da pitaya

Conheça a cultura da pitaya

A planta que produz a pitaya é uma cactácea originária da América Tropical e Subtropical. A pitaya vermelha (Hylocereus undatus) é uma excelente alternativa para a diversificação da propriedade rural e aumento de renda do produtor.

 Apesar do custo elevado na implantação do pomar, o retorno ao produtor pode ser muito bom, pois a pitaya atinge preços elevados no mercado, porém seu mercado ainda é pequeno. No Brasil, o cultivo da pitaya teve início na década de 90, tendo sua produção concentrada no Estado de São Paulo, principalmente na região de Catanduva.

É uma planta perene, trepadeira, com caule classificado morfologicamente como cladódio, de onde se originam várias raízes adventícias que ajudam na absorção de nutrientes e fixação da planta em um tutor. O fruto tem sabor adocicado e suave, aparência exótica, propriedades organolépticas, sendo rico em vitaminas, com polpa firme e rico em fibras, com excelentes qualidades digestivas e de baixo teor calórico, além de muitas sementes com ação laxante.

Segundo o conhecimento popular apresenta propriedades medicinais como melhora de gastrites, prevenção contra o câncer de cólon e diabetes, neutralização de substâncias tóxicas como metais pesados, redução dos níveis de colesterol e pressão alta, além dos cladódios e as flores serem utilizados contra problemas renais.


domingo, 18 de julho de 2021

Como coletar o solo para análise

 Como coletar o solo para análise

A análise do solo é o melhor meio para avaliar a fertilidade do solo. Com base nos resultados das análises é possível determinar as doses adequadas de calcário e adubo para garantir maior produtividade e lucratividade para a sua lavoura.

Para obter bons resultados com a análise é muito importante retirar as amostras corretamente. Siga as instruções e veja como é fácil.

Divida sua propriedade em glebas homogêneas, nunca superiores a 20 hectares, e amostre cada área isoladamente. Separe as glebas com a mesma posição topográfica (solos de morro, meia encosta, baixada, etc.), cor do solo, textura (solos argilosos, arenosos), cultura ou vegetação anterior (pastagem, café, milho, etc.), adubação e calagem anteriores.

Em culturas perenes, leve em conta também a idade e variedade das plantas. Áreas com uma mesma cultura, mas com produtividades muito diferentes, devem ser amostradas separadamente. Identifique essas glebas de maneira definitiva, fazendo um mapa para o acompanhamento da fertilidade do solo com o passar dos anos.


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Biscoito de polvilho na folha da bananeira

 Biscoito de polvilho na folha da bananeira

A porteira aberta praticamente o dia todo e o cheirinho de quitanda no forno são convites irresistíveis para quem passa pela Rua Cunha do Quitão. É lá que Maria Dirce Nogueira e o marido, José Ramos, preparam deliciosas receitas que transportam os fregueses diretamente para a cozinha de suas mães e avós, ou para a de alguma fazenda da infância. O trabalho ali é duro: amassa daqui, enrola dali, tira um tabuleiro de lá, põe outro, e uma a uma das iguarias vão ficando prontas. O braço dói, a perna fica cansada, mas não há reclamação. Em vez disso há orgulho, estampado nos olhos do casal. “Graças aos biscoitos conseguimos estudar nossos cinco filhos”, conta Dirce. Filha de uma prendada biscoiteira, ela teve na infância os primeiros ensinamentos da arte da cozinha. O marido, ex-motorista de ônibus, acabou sendo influenciado na lida dos fogões, ofício em que descobriu grande prazer. Perguntado sobre a origem das receitas, ele dá seu parecer: “Isso é coisa antiga. Desde que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil que o povo faz biscoitos”.


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quinta-feira, 15 de julho de 2021

Broa de milho com pimenta

Broa de milho com pimenta 

Acabei colocando o nome dessa delícia de Biscoitinhos Broa de Milho com pimenta, mas é conhecido como Cavaca.

Uma receita delícia, ótima para acompanhar uma xícara de café, muito bate papo com as comadres, enquanto os “compadis” acendem a fogueira e as crianças brincam de quadrilha de São João!!

Vamos cozinhar?


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domingo, 11 de julho de 2021

Boas práticas na fabricação do queijo minas

  Boas práticas na fabricação do queijo minas

A adoção de boas práticas de higiene é requisito básico para qualquer empreendimento, mas quando se trata da produção de itens alimentícios, os cuidados com a limpeza devem ser redobrados.

O público cada vez mais exigente, aliado à fiscalização rigorosa, fez com que o perfil das pequenas queijarias se modificasse, tornando-se locais limpos e organizados.

Essas ações devem ser garantidas em todas as etapas, desde a produção até o armazenamento.

Confira nas dicas a seguir como melhorar a gestão das rotinas na sua queijaria.

Higiene pessoal

A qualidade do queijo é garantida com base no gerenciamento correto da matéria-prima e da adoção de práticas salubres por parte dos trabalhadores.

O trabalhador da queijaria deve estar adequadamente vestido, com uniforme, botas, luvas, touca e máscara de proteção.

As roupas e acessórios são fundamentais para garantir que o queijo não seja contaminado, além de proteger a integridade física e a saúde do trabalhador.

O equipamento de uso diário deve estar sempre limpo. Botas e luvas podem ser higienizadas com uma solução clorada. O ideal é que máscaras e toucas sejam descartáveis.

É preciso também evitar o consumo de alimentos no local de produção dos queijos, para impedir contaminações.

Limpeza das instalações

A adoção de medidas permanentes de limpeza no espaço de produção e adjacências é essencial para garantir a qualidade do produto.

Equipamentos, instalações e maquinários devem ser cuidadosamente higienizados, eliminando os resíduos da produção que são altamente perecíveis.

A higienização deve ser feita com detergente neutro, água potável, esponja, escovas e vassouras de cerdas duras, baldes e luvas de borracha.

O aconselhável é começar a lavagem pelo piso, paredes e mesas. Em seguida, faz-se a limpeza dos equipamentos e utensílios, enxaguando tudo com água corrente. A secagem pode ser feita com rodos e panos previamente higienizados.

Após essa etapa inicial, indica-se fazer a sanitização com solução de água com cloro (100 ml de cloro para cada dez litros de água). O objetivo é eliminar micro-organismos que porventura tenham resistido à primeira limpeza.


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terça-feira, 29 de junho de 2021

PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM ESTUFAS

 PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS EM ESTUFAS

É um trabalho fantástico de nossos amigos pesquisadores, deve ser visto pelos amantes da agricultura, e muito agradeço aos meus amigos da pesquisa, enfim foram 40 anos de minha vida dedicados a tal, enfim o intuito é ajudar e difundir

Características do mercado consumidor, possibilidades de comercialização. Comparativo de desempenho: cultivo protegido X cultivo a campo.

Preferências do mercado consumidor: produto in natura e produto para agroindústria.

Locais de semeadura, tratamento do solo, adubação e tratamento fitossanitário de sementeiras, técnicas de semeadura, substrato e esterilização do solo.

Análise do solo: correção, adubação, preparo do solo (mecânico ou manual).

Cobertura morta do solo (mulching), transplante de mudas, capina, amontoa, desbaste, poda, desponte, adubação de cobertura ou foliar, tutoramento, irrigação e fertirrigação, rotação de culturas, raleio de frutas, polinização.

Culturas: tomate, pepino, pimentão, feijão-vagem, melão, alface, morango, abobrinha.

Pragas, moléstias e desequilíbrios fisiológicos.

Colheita. 


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terça-feira, 22 de junho de 2021

Cultivo da Goiaba Paluma

 GOIABA PALUMA

Nome Científico: Psidium guajava L.

Nome Popular: Goiaba Paluma

Família Botânica: Myrtaceae

Origem: Brasil

Características Gerais: Desenvolvida no Brasil, mais exatamente na UNESP de Jaboticabal, a híbrida Paluma,variedade da goiaba vermelha, oferece um fruto de cor vermelha profunda e sabor mais intenso que as variedades Pink cultivadas em outros países.

Ela é, provavelmente, uma das frutas mais saudáveis para consumo do planeta. Comparada com outras frutas normalmente ingeridas, a goiaba vermelha oferece níveis excepcionais de licopeno, vitamina C e fibras, entre outros. É também uma boa fonte de beta-caroteno, folato e das vitaminas B niacina e piridoxina.

Um artigo publicado pelo Centro para a Ciência no Interesse Público (Center for Science in the Public Interest), em 1998, descreveu a goiaba como a “Superfruta”. Quando comparada com as frutas mais comumente consumidas, ela mostra a mais excepcional combinação de nutrientes.

A goiabeira é uma planta tropical e oferece condições ótimas de cultivo em quase todas as regiões do Brasil.

Não existem goiabas modificadas geneticamente.

A goiabeira é uma árvore perene e produz frutos comercialmente por pelo menos 15 anos. Pelas características próprias de seu cultivo, a goiabeira permite o respeito ao período de carência da pequena quantidade de agrotóxicos empregados no seu cultivo. Assim, por ocasião da colheita, já não haverá risco para o consumidor por esse motivo, sejam as goiabas consumidas na mesa ou levadas para processamento industrial.

Existem plantações de goiaba que oferecem excelentes frutos sem a necessidade de irrigação, sobre tudo na região sudeste do País (ainda a maior produtora brasileira).

Em verdade, a goiaba constitui uma planta digna de uma cultura preocupada com a manutenção do meio ambiente.


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domingo, 20 de junho de 2021

Receita de enroladinho de frango

Receita de enroladinho de frango

Modo de Preparo
Refogue o frango com temperos a gosto. Acrescente o milho, tire do fogo e junte o requeijão. Misture bem. Em seguida, coloque numa superfície uma fatia de presunto e, por cima, uma de mussarela. Sobre a mussarela, deite 2 colheres do refogado de frango e enrole como panqueca. Repita até acabar os ingredientes.
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terça-feira, 8 de junho de 2021

Polinização do Maracujazeiro

 Polinização do Maracujazeiro

As flores do maracujá abrem-se de maneira sincronizada, uma única vez, e devem ser fecundadas no período em que estão abertas. Passado este período, aquelas que não sofreram fecundação caem da planta. Segundo Waldir Vicente dos Santos, professor do Curso a Distância CPT Produção de Maracujá, em Livro+DVD e Curso Online, "A flor do maracujá apresenta alguns problemas com relação à polinização e o primeiro deles é a posição do androceu em relação ao gineceu, o que dificulta que o grão de pólen atinja o estigma. O segundo problema acontece devido ao fato de o grão de pólen ser bastante pesado. Ao se soltar, ele cai no interior da flor ou no solo, não ocorrendo a polinização. O terceiro problema é a autoincompatibilidade, já que o pólen de uma planta é incapaz de fertilizar as flores dela mesma. Para que ocorra a fertilização é necessário, portanto, que haja plantas com diferentes genótipos na lavoura e, também, a presença de insetos polinizadores".

O tipo de flor, de acordo com a curvatura do estilete, também interfere na polinização. Segundo Bruckner et al. (2001), os estiletes encontram-se em posição vertical, logo que a flor se abre. Mas, logo após eles se curvam até que os estigmas fiquem no mesmo nível das anteras. Assim, curvados, os estigmas podem ser tocados pelos insetos polinizadores e retêm os grãos de pólen. No entanto, nem sempre ocorre a curvatura completa do estilete, o que dificulta a polinização pelos insetos. 

Assim, podemos classificar as flores em três tipos: com estiletes totalmente curvos, com estiletes parcialmente curvos e com estiletes sem curvatura. Aquelas com estilete curvo apresentam maior taxa de fecundação, seguida por aquelas que têm estilete parcialmente curvo. No entanto, as flores com estiletes sem curvatura não dão frutos, mesmo quando são polinizadas artificialmente. As plantas que geram flores sem curvatura devem ser eliminadas, quando se faz a seleção de plantas para retirada de sementes.


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sábado, 5 de junho de 2021

KESCHMIER Requeijão Alemão

KESCHMIER Requeijão Alemão 

Delicioso e fácil de fazer, conheça o Keschmier o requeijão da culinária alemã.

Quem mora no sul do país, e é de descendência alemã, certamente já saboreou uma kashmier caseira. Ou pode chegar a qualquer supermercado, na seção de laticínios, e irá encontrar o produto industrializado (com o nome de queijo quark). Sempre compro a kashmier fresquinha nas feiras de produtos orgânicos. Aliás, o segredo para fazer uma rosca de polvilho macia é exatamente a adição da kashmier (receita da vovó alemã!).


COMO FAZER


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sexta-feira, 28 de maio de 2021

Cultivo de Morangos Suspensos


 CLIQUE NO VIDEO ABAIXO

Cultivo de Morangos Suspensos

A técnica já é utilizada por produtores italianos (cime radicate) e americanos (plug plant) e também por viveiristas de hortaliças em alguns locais do Brasil. E no Rio Grande do Sul vem ganhando as propriedades de pequenos agricultores. 

Uma das vantagens é que o trabalho pode ser realizado em qualquer condição climática, o que permite aumentar a produtividade na entressafra. 

Além disso, o serviço rende mais - o produtor trabalha em pé. A produção é sustentável pois reduz o uso de agrotóxicos, o que tem tirado a fama do morango de ser um produto muito envenenado. Outros benefícios são o menor número de pragas e o maior aproveitamento do espaço.

Cultivar fora do solo não é uma prática muito nova visto que os jardins da Babilônia, como dizem os estudiosos, era baseado em uma técnica semelhante. Nossos vizinhos andinos também usavam técnicas parecidas quando o Brasil foi descoberto. Mas a técnica de se produzir em água com adubos solúveis, soluções nutritivas, surgiu na Califórnia no início do século XX. 

Hoje esta técnica está muito avançada e pode ser vista de várias formas. A mais correta me parece a produção em filmes de água dentro de calhas sem nenhum tipo de substrato. Alguns autores também chamam de hidroponia os sistemas que estamos usando para morango, onde um substrato quase inerte é utilizado para fixação da planta e manutenção da umidade junto às raízes das plantas. 


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terça-feira, 25 de maio de 2021

Linguiça caseira da Tia Alcinda

linguiça caseira da Tia Alcinda

A linguiça: lingüiça é um enchido (embutido) em forma de salsicha, feito de carne de porco, de aves, de carneiro, de carne de bovinos e mesmo peixes ou frutos do mar, temperado com cebola, alho e páprica e outras especiarias. Pode ser consumida fresca após preparada ou sofrer processo de cura e conservação por meio de defumação.
Na sua variedade portuguesa, tem sabor similar ao chouriço; entretanto, seu tempero normalmente é muito mais leve que o tempero do chouriço. Fora de Portugal, a linguiça é popular no Brasil; além disso, na Nova Inglaterra e no Havaí, é designada Portuguese Sausage, traduzida literalmente por "salsicha portuguesa", e faz parte de menus por todo o mundo.
A palavra "linguiça" é relacionada com a palavra italiana luganega, que tem seu nome originado nos lucanianos, uma tribo itálica que já comandou parte da atual região de Basilicata; possivelmente os romanos aprenderam a arte de fazer salame desta tribo.
Esta é uma receita simples, mas nas mãos de Tia Alcinda fica maravilhosa.

Aprenda a fazer.

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sexta-feira, 21 de maio de 2021

Cultivo do Maracujá

 Cultivo do Maracujá

Nome científico: Passiflora edulis Sims

Família: Passifloraceae

Nomes populares: Maracujá, maracujá-mirim, maracujá-suspiro, maracujá-peroba, maracujá-pequeno, flor-da-paixão

Nome em inglês: Passion fruit

Origem: Provavelmente Brasil


O maracujá é uma planta de clima tropical com ampla distribuição geográfica. A cultura do maracujá está em franca expansão tanto para a produção de frutas para consumo "in natura" como para a produção de suco. O Brasil é o primeiro produtor mundial de maracujá.

É comum ouvir o conselho para comer maracujá ou beber seu suco quando se está preocupado ou com falta de sono. A recomendação é justa. A passiflorina, um princípio ativo com efeito calmante e relaxante, é uma das propriedades naturais da fruta, que só no Brasil tem 150 exemplares nativos das mais de 500 espécies existentes no mundo.

Apesar de tantas variedades, apenas quatro ou cinco delas são cultivadas para fins comerciais no país. A vibrante cor amarela da fruta já é uma referência da sua origem da América tropical.

O maracujazeiro gosta de temperaturas altas e muita luz, com a necessidade de receber 12 horas de luminosidade por dia para florescer a uma carga expressiva. Os estados do Norte e do Nordeste possuem safras bem mais longas do que os da região Centro-Sul, onde os dias são curtos no inverno.

O maracujá é uma fruta ideal para o plantio em pequena propriedade. O seu cultivo exige pouco espaço e requer trabalho manual para realizar a polinização, que pode ser realizada por membros da própria família do produtor. A cultura é indicada para a agricultura familiar, dado o baixo custo por hectare e o rápido retorno financeiro.


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terça-feira, 18 de maio de 2021

Como criar a abelha rainha

Como criar a abelha rainha

O termo abelha-rainha ou abelha-mestra é comumente utilizado para se referir a uma abelha adulta e fértil, sendo ela, normalmente, mãe de todas as outras abelhas da colmeia. As rainhas se desenvolvem a partir de larvas criadas em células especiais, construídas pelas operárias e preparadas especialmente para formar um indivíduo sexualmente maduro (as operárias são inférteis). Normalmente existe uma única rainha em cada colônia.
Quando as condições são favoráveis para uma divisão da colônia ou quando a atual rainha começa a envelhecer, as operárias iniciam o desenvolvimento de novas rainhas. A rainha se desenvolve a partir de um ovo (algumas vezes a partir de larvas extremamente jovens) idêntico aos que dão origem a novas operárias. O desenvolvimento se diferencia devido à alimentação exclusiva através da geleia real, rica em proteínas e hormônios, produzida a partir de glândulas presentes na cabeça das operárias. Todas as larvas são alimentadas com um pouco de geleia real, mas somente as futuras rainhas se alimentam exclusivamente dela. Em consequência da dieta diferenciada, a rainha se desenvolve em um adulto sexualmente maduro, ao contrário das operárias.
As abelhas-rainhas desenvolvem-se em células especiais, mais largas que as convencionais e construídas na vertical.
Como a larva da rainha se desenvolve pendurada de cabeça para baixo, as operárias tampam a célula com cera. Quando pronta para emergir, a nova rainha faz um corte circular ao redor da cobertura da célula. Células abertas ao lado indicam que a nova rainha foi, provavelmente, morta por uma rival.
Quando uma jovem rainha emerge, ela irá perseguir e tentar matar suas rivais. Ao contrário das outras abelhas, o ferrão da rainha não é ciliado. Ela pode picar o quanto quiser sem morrer por causa disto. Em certas circunstâncias, como durante a cisão de uma colônia, as operárias podem isolar as rainhas para impedir um confronto, permitindo a formação de uma nova colônia.


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quinta-feira, 6 de maio de 2021

Receita de Pérolas de Queijo

 Pérolas de Queijo

Assim como a coxinha, um salgado que não pode faltar em uma festa são as pérolas de queijo (ou bolinhos de queijo), então claro que essa receita não poderia faltar no nosso canal não é mesmo? Então sem demora, vamos ao passo a passo?


INGREDIENTES

-3 xicaras de queijo minas

-2 xicaras de farinha de trigo com fermento

-3 ovos

-1 colher de sopa de manteiga

-uma pitada de sal


COMO FAZER


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terça-feira, 20 de abril de 2021

COMO FAZER A ALPORQUIA

COMO FAZER A ALPORQUIA 

Alporquia, também chamado de alporque, é um método de reprodução assexuada de plantas, provocando a formação de raízes adventícias num ramo de uma planta já enraizada.

Este método consiste em estimular o crescimento de raízes num ramo ou no caule principal de uma planta envolvendo um pedaço de um ramo por terra ou musgo em um pedaço de plástico ou pano umedecido. Após algum tempo, formam-se as raízes, e o ramo pode ser destacado para ser plantado. Para que o método seja efetivo é necessário interromper o fluxo descendente da seiva, mediante retirada prévia de um anel da casca da planta (anel de Malpighi) ou colocando um anel de arame metálico no local desejado para as futuras raízes (vulgarmente chamado de "forca"). O processo pode ser acelerado com a ajuda de hormônios ou pró-hormônios enraizantes tais como Ácido Indol-butírico (IBA) ou com Cloridrato de Tiamina.


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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Moranga Recheada com Frutas

Moranga Recheada com Frutas

 Moranga recheada com frutas, preparada pelos alunos de sétima e oitava série da escola São Roque, uma delicia e utilizando ingredientes produzidos pelas comunidades locais.

ingredientes

1  moranga

1 xicara de açucar

3 colheres de sopa de açúcar de baunilha

1 colher de sopa de canela

1 colher de sopa de cravo


Para recheio de chantilly

4 claras de ovo

12 colheres de sopa de açúcar

4 colheres de sopa de nata


Para salada de frutas

2 bananas média

1 macã

2 fatias de mamão

5 morangos

1 colher de sopa de aveia

1 colher de sopa de linhaça


como fazer


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terça-feira, 30 de março de 2021

COMO FAZER UM CARNEIRO HIDRÁULICO

 COMO FAZER UM CARNEIRO HIDRÁULICO


Carneiro Hidráulico Caseiro – PASSO A PASSO
Carneiro hidráulico é um mecanismo que usa diferenças de pressão (golpe de aríete) para bombear água.
O carneiro hidráulico aproveita a energia de um fluxo de água para elevar a coluna do líquido.
Aprenda nesse vídeo Passo a Passo como construir um Carneiro hidráulico ou bomba de aríete como é bastante conhecido. é um sistema muito utilizado para bombear a água de forma prática e barata.
Para funcionar o carneiro hidráulico não necessita de energia.
Veja o vídeo como é simples construir o Carneiro Hidráulico Caseiro – Passo a Passo


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quarta-feira, 17 de março de 2021

RECEITA DE REPOLHO RECHEADO

RECEITA DE REPOLHO RECHEADO

Cozinhe o repolho inteiro e reserve

Tempere a carne com todos os temperos secos e o vinho(ou vinagre) e deixe marinar por 30 minutos

Coloque a carne em uma panela e ponha o extrato de tomate e a mostarda para refolgar

No liquidificador, junte o tomate, o pimentão, a cebola, o coentro e um pouco de água

Liquidifique e misture à carne

Cozinhe, mexendo sempre, para não empelotar

Abra folha por folha do repolho e a recheie com a mistura

Espete palitos de dente para fechar

Cozinhe os tomates para fazer o molho e retire a pele; ,

tempero com sal e pimenta-do-reino

Acrescente 2 colheres de sopa de azeite em um recipiente, coloque o repolho, cubra-os com o molho e polvilhe com queijo ralado

Leve ao forno até gratinar


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domingo, 7 de março de 2021

Plantio Direto de Hortaliças Vídeo 6 Adoção e Perspectivas

 Plantio Direto de Hortaliças Vídeo 6 Adoção e Perspectivas

Destaque especial deve ser dado ao SPDH no que concerne à Agricultura de Montanha, em vista das fragilidades e das limitações nesses ambientes, haja vista a tragédia ocorrida em 12 de janeiro de 2011 na Região Serrana do Rio de Janeiro, com enxurradas violentíssimas que foram potencializadas pelo modelo agrícola utilizado. Dando continuidade ao trabalho, acaba de ser aprovado um projeto para capacitação de multiplicadores (técnicos e agricultores líderes) e promoção da adoção do SPDH em ambientes de montanha da Região Sudeste. Faz-se importante aqui lembrar que, para ambientes muito declivosos, é possível que seja necessária a adoção do SPDH consorciado com outras práticas de conservação do solo, como o terraceamento, por exemplo.

É indispensável buscar alternativas para o desenvolvimento de modelos de produção de hortaliças mais amigáveis ao meio ambiente, com viabilidade econômica e sustentabilidade ambiental, adequado às condições edafoclimáticas tropicais. Finalmente, o SPDH deve receber ajustes conforme as realidades locais, podendo ser desenvolvido nos mais diversos ambientes ou realidades socioeconômicas.


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domingo, 21 de fevereiro de 2021

Almôndegas Recheadas

Almôndegas Recheadas 

Ingredientes da receita de almôndegas recheadas com queijo e bacon

1kg de carne moída

1 envelope de pó para creme de cebola (68g)

2 colheres (sopa) de farinha de trigo

1 gema

Sal e cheiro-verde picado a gosto

2 xícaras (chá) de queijo mussarela em cubos

1 xícara (chá) de bacon frito em cubos

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

2 dentes de alho picados

1 cebola picada

2 tomates picados

1 e 1/2 xícara (chá) de molho de tomate

1/2 xícara (chá) de água

Brócolis cozido e tomate cereja para acompanhar

Modo de preparo

Em uma tigela, misture a carne moída, o creme de cebola, a farinha de trigo, a gema, sal e cheiro-verde até formar uma massa homogênea. Pegue porções da massa na mão, recheie com um cubo de mussarela, um pouco de bacon e modele bolinhas. Reserve. Aqueça uma panela com o azeite, em fogo médio, frite o alho e a cebola por 2 minutos. Adicione o tomate, o molho, a água e deixe levantar fervura. Adicione as almôndegas, tempere com sal e cozinhe com a panela tampada por 15 minutos. Transfira para uma travessa e sirva acompanhado de brócolis e tomate cereja.


COMO FAZER


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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Pudim de doce de leite e ovos

 Pudim de Doce de Leite

Com uma receita tão fácil quanto essa, dá pra fazer pudim de doce de leite sempre!

A clássica sobremesa do almoço de domingo pode sempre ficar melhor – por isso, estas receitas de pudim de doce de leite são uma ótima forma de inovar e, ao mesmo tempo, manter a tradição. Além do delicioso sabor de leite, indispensável na sobremesa, esse doce fica ainda mais cremoso e incrível!

Aprenda a preparar esta sobremesa incrível das formas mais diversas possíveis – para quem não quer ter trabalho, para quem prefere preparar o doce de leite em casa ou até mesmo em uma caneca, para quem quer saborear tudo sozinho!


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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

PRODUÇÃO DE PALMITOS

 PRODUÇÃO DE PALMITOS

O palmito é um alimento obtido da região próxima ao meristema apical, do interior dos pecíolos das folhas de determinadas espécies de palmeiras (popularmente, o "miolo" da palmeira). Trata-se de um cilindro branco contendo os primórdios foliares e vasculares, ainda macios e pouco fibrosos. Os palmitos são conservados em salmoura e consumidos frios acompanhando saladas ou cozidos em diversas receitas.

A extração do palmito de certas palmeiras, como a Juçara e a Palmeira Real Australiana, implica a morte da palmeira, uma vez que seu meristema apical é eliminado. Por isso, mesmo com sua introdução ao cultivo, a extração de palmito na natureza tem colocado em risco as espécies das quais é obtido, sobretudo a espécie Euterpe edulis (palmito juçara), a espécie mais procurada. O palmito de pupunha tem sido usado como alternativa para diminuir a ameaça de extinção do palmito juçara.

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Uso da folha da mamona no controle alternativo de pragas

uso da folha da mamona no controle alternativo de pragas VEJA O VÍDEO  DE COMO USAR: CLIQUE  Extratos aquosos de várias espécies vege...