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terça-feira, 17 de novembro de 2020

PISCICULTURA Produção de Alevinos

A Produção de Alevinos 

São peixes que acabaram de deixar a fase de larva, exatamente quando começam a se alimentar no ambiente externo. Nesta fase é extremamente necessário cuidados especiais e acompanhamento constante, pois, ele estão em pleno desenvolvimento. Atenção especial com relação ao manejo nutricional.

É importante frisar que a evolução corporal exige que os Alevinos estejam sempre adaptando ao ambiente da melhor maneira possível.

Nesta fase pode ocorrer uma mortalidade de peixes muito grande devido à falta de habilidade das larvas em se adaptar ao novo ambiente. Um exemplo seria a falta de habilidade para se alimentar.

Começa ocorrer nesta fase um ganho de peso acelerado e é necessário controlar a alimentação dos alevinos para que seja algo equilibrado. Eles devem receber rações ricas em proteína e energia, para acelerar o crescimento dos peixes.


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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Pastejo rotacionada para gado de corte

Pastejo rotacionada para gado de corte

O pastejo rotacionado é uma ferramenta para intensificar o uso das pastagens e aumentar a produção de carne por hectare. Os capins indicados são aqueles que tem crescimento rápido, produzem grande volume de forragem de qualidade e respondem bem a aplicação de fertilizantes e até irrigação. Entre eles podemos citar o tanzânia, o mombaça e, em certos casos, o xaraés e o marandu (brizanta). O pastejo rotacionado exige a divisão da área em piquetes, o uso da cerca elétrica e gerenciamento mais intensivo, pois torna-se necessário um planejamento cuidadoso da distribuição dos piquetes (corredores, água etc), uma escolha criteriosa dos animais a serem criados, um controle sanitário mais rigoroso, estratégia para aquisição de fertilizantes ao menor preço e acompanhamento constante do crescimento do capim para por no piquete o número certo de animais que melhor aproveitará a forragem produzida. Este rigor no gerenciamento é necessário para reduzir os riscos de prejuízos frente aos altos custos dos insumos (adubos, cercas, energia, alimentos) no sistema de pastejo rotacionado. O manejo do pasto pode ser com tempo fixo ou com tempo variável. O manejo com tempo fixo é mais simples e consiste em estabelecer uma sequência e cronograma de entrada e saída dos piquetes. Um exemplo: numa rotação de 5 dias de pastejo com 35 dias de descanso os animais entrarão no primeiro piquete e ficarão até o quinto dia, passarão para o segundo e ficarão até o 10º dia, passarão ao terceiro, quarto, …, até chegar ao oitavo piquete. Nesse ponto o primeiro piquete completou 35 dias de descanso e pode ser ocupado novamente. Nesse manejo é importante regular a carga de animais para que o capim produzido no período de descanso seja consumido no período de ocupação, sem sobras nem superpastejo. No outro caso, não fixa nem o número de dias de descanso nem o de ocupação, nem a seqüência de entrada nos piquetes. Os animais são postos no piquete quando o capim atinge um “ponto de entrada” caracterizado por uma certa altura e certa massa de folhas que varia de capim para capim e se aprende a determinar na prática ou por treinamento acompanhado de aparelhos (réguas e fotômetros). Nesse manejo o ponto de saída também e fixado em uma altura de corte e desfolha da planta pelo pastejo, que também é variável de capim para capim e com as estações do ano. Neste caso a lotação do piquete visa não só o consumo adequado da forragem produzida, mas também a sincronização do momento de saída de um piquete com a entrada em outro. É um manejo mais complexo e só deve ser iniciado com o acompanhamento de um zootecnista. O pastejo rotacionado só se deve aplicar à uma parcela do rebanho e das pastagens, pois tanto exige pastos de apoio quanto animais reguladores de carga. Além disso, é necessário usar rações para suplementação alimentar de rotina no período seco e manter uma área de cana para suplementação emergencial de volumosos quando a seca for mais longa que o normal

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domingo, 1 de novembro de 2020

Problemas Nutricionais dos Bovinos

Problemas Nutricionais dos Bovinos

Como falamos em nosso artigo “pecuaristas do futuro”, os altos custos de produção pecuária no Brasil é um problema estrutural de longo prazo, reforçado por qualquer incerteza econômica ou política, afeta a produção pecuária em razão da elevação no custo dos insumos e da redução do nível de consumo. Por isso é tão importante utilizar os recursos de maneira inteligente e sempre buscar aumento de produtividade na operação. A nutrição animal tem um papel fundamental neste processo.

É através da nutrição que o organismo do animal assimila os nutrientes existentes nos alimentos, transformando-os na carne ou no leite que consumimos. Por isso, os elementos contidos na alimentação do rebanho têm influência direta na saúde humana.

Investir em pastagens de qualidade, não é suficiente para garantir uma boa nutrição dos animais. Para complementar a dieta dos bovinos, recomenda-se fornecer a ração animal ou concentrado, que é uma mistura de cereais e outros nutrientes, todos de alto valor nutritivo.

Por tanto, o grande desafio dos pecuaristas é conseguir incremento no ganho de peso e/ou aumento na produção de leite, com qualidade e com racionalidade nos custos. E, para isso, o primeiro passo é compreender qual é o impacto da nutrição na produção pecuária.


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domingo, 4 de outubro de 2020

Curiosidades sobre carpas

Curiosidades sobre carpas

 É uma espécie muito corajosa e combativa, com um pujante corpo alongado, coberto de escamas grandes, tem a cabeça massiva e de forma triangular com uma boca terminal proeminente e com dois barbilhos, um de cada lado da boca, a barbatana dorsal é longa e com raios, sendo o primeiro mais forte e dentilhado. Apresenta um dorso castanho esverdeado, com flancos dourados e o seu ventre tem uma coloração amarelada.

Espécies 

A Carpa tem catalogadas quatro variedades, diferenciam entre si pela altura do corpo, coloração, tamanho e disposição das escamas e lábios:

·         Carpa comum ou selvagem: coberta de escamas uniformes.

·         Carpa espelho: com escamas maiores e irregulares.

·         Carpa dourada ou vermelha

·         Carpa couro: Praticamente desprovida de escamas.


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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

CURIOSIDADES SOBRE A ERVA MATE

CURIOSIDADES SOBRE A ERVA MATE

A erva-mate (Ilex paraguariensis), também chamada mate ou congonha, é uma árvore da família das aquifoliáceas, originária da região subtropical da América do Sul. É consumida como chá mate (quente ou gelado), chimarrão ou tereré no Brasil, no Paraguai, na Argentina, no Uruguai, na Bolívia e no Chile.
"Mate" deriva do termo quéchua mati, que designa o recipiente onde é bebido o chimarrão. "Congonha" deriva do tupi kõ'gõi, que significa "o que mantém o ser".
Pode atingir doze metros de altura. Tem caule cinza, folhas ovais e fruto pequeno e verde ou vermelho-arroxeado. As plantas só se reproduziam por meio de pássaros da região, que ingeriam o pequeno fruto e defecavam sua semente já escarificada. A plântula é muito sensível ao sol, tanto que, mesmo no plantio moderno, a técnica exige sombreamento até que a planta atinja alguma maturidade.

O nome científico Ilex paraguariensis foi dado em 1820 pelo botânico francês Auguste de Saint-Hilaire após entrar em contato com a planta pela primeira vez no Paraguai. Depois de descobrir que era na região do Paraná que a erva crescia em maior quantidade e qualidade, ele se retratou dizendo que deveria tê-la nomeado Ilex brasiliensis.


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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Como produzir trutas

Como produzir trutas

A truta é um peixe de formato alongado. Pode ter até cerca de 60 cm de comprimento total e pesar até 2 kg. O dorso tem cor que varia do esverdeado ao castanho, sendo as laterais acinzentadas e a parte inferior esbranquiçada. Tem pintas escuras nas nadadeiras e no corpo.

É originária do hemisfério norte, Estados Unidos e Canadá, tendo sido, no entanto, introduzida em todos os continentes. Em 1867, pelos desafios apresentados aos pescadores, as trutas marrons (Salmo trutta) foram inseridas na Nova Zelândia, sem serem levados em consideração os impactos ambientais que esta inserção acarretaria. Para descobrir esses impactos, utilizou-se a ecologia dos riachos do país e comparou-se com peixes nativos não-migratórios do gênero Galaxias. A truta é uma espécie carnívora, alimentando-se de insetos e outros peixes e, através de diversos experimentos, puderam notar que na presença das mesmas, os peixes Galáxias, que são herbívoros, tiveram sua atividade diária significativamente reduzida. Isso, provavelmente ocorreu pelo maior risco de predação durante o período diurno. Notou-se também que nos riachos em que haviam trutas, a taxa de Energia radiante absorvida mediante a fotossíntese era mais alta, já que haviam menos invertebrados se alimentando de algas naqueles locais. Sendo assim, puderam observar a proliferação das algas seis vezes maior do que nos riachos com Galaxias. 

Uma característica que faz com que a truta não seja mais disseminada é o fato de que se as águas de seu habitat não forem cristalinas, frescas, puras e bem oxigenadas ela não sobrevive. Estas características são encontradas principalmente em rios de montanhas. Locais mais turbulentos como a montante dos rios contém elevada concentração de oxigênio, propiciando o habitat ideal para estes peixes, enquanto que locais com baixa movimentação de água, como a jusante do rio, são mais propícios a outras espécies de peixes como o lúcio (Esox lucius).



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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Compostagem 100% vegetal

A Compostagem 100% vegetal utiliza matérias-primas renováveis e abundantes para obtenção de fertilizantes e substratos orgânicos, também conhecidos como adubos naturais. Aproveita resíduos e subprodutos de origem vegetal, que são isentos ou apresentam reduzida carga de contaminação química e biológica. É uma técnica muito simples, que pode ser utilizada com baixo custo e com reduzido emprego de mão-de-obra.

O composto 100% vegetal, desenvolvido pelo pesquisador da Embrapa Agrobiologia Marco Antônio Leal, utiliza materiais como torta de mamona, bagaço de cana-de-açúcar e palhada de capim-elefante em sua composição, sem a necessidade de adição de inoculantes ou adubos minerais. Ele é uma alternativa aos adubos orgânicos, que, em sua maioria, utilizam esterco bovino e cama de aviário, materiais de difícil obtenção e custo elevado e que geralmente apresentam problemas de contaminação química ou biológica.

Segundo Marco, os fertilizantes orgânicos e substratos obtidos a partir desse processo apresentam qualidade superior aos similares encontrados no mercado e podem ser utilizados também na agricultura orgânica. "Esses produtos são isentos de contaminação biológica, não utilizam adubos minerais e seu custo pode ser muito inferior. Além disso, podem ser produzidos tanto em grande escala como na pequena propriedade rural, já que utiliza um processo industrial simples, que não necessita de grandes investimentos em infraestrutura", diz.


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sábado, 1 de agosto de 2020

Como Podar a Videira (UVA)

Como Podar a Videira (UVA)

A poda é uma técnica usada para estimular a planta a produzir novas brotações a partir de gemas dormentes. A videira inicia sua produção após 3 anos de plantio. Nestes primeiros 3 anos ela desenvolve raízes para absorção de nutrientes e ramos vegetativos que irão sustentar os cachos produzidos. Após 3 anos de cultivo ela têm condições nutricionais para iniciar a sua produção, produzindo poucos cachos. Com o passar dos anos, essa produção aumenta até estabilizar na fase adulta da planta. Porém, se, após o início da produção não for feita a poda, a planta tende a produzir cada vez menos cachos. Isso ocorre pelo fato da planta produzir cachos apenas em ramos novos.


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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Fabricação de amêndoas de Ouro Preto

Fabricação de amêndoas de Ouro Preto

As famosas amêndoas de Ouro Preto são aguardadas com ansiedade pelos moradores e turistas nas festividades da Semana Santa e nas coroações do mês de maio, tradições praticadas pelos católicos da cidade. Nessas épocas do ano, jornalistas e populares procuram a família da Dona Nadir para pedir a receita e fazer encomendas.
A família de Dona Nadir mora no bairro Água Limpa há mais de cem anos. Segundo ela, sua casa é a mais antiga do bairro. Essa receita está presente na família há mais de 40 anos e ela aprendeu a fazê-la com sua irmã mais velha, Ninice, que, por sua vez, desenvolveu a técnica sozinha, fazendo testes até se aperfeiçoar. A receita foi repassada para as irmãs, cunhada e sobrinha, que ajudam a produzir as amêndoas na época das grandes encomendas.
São vários os segredos da receita, dentre eles, a etapa das caldas (no momento de adicionar a calda rala ou grossa) e a temperatura do fogareiro (se ficar muito quente, o tacho deve ser retirado do fogo, caso contrário, as amêndoas derretem). Porém, o maior segredo da receita, que nem ela mesma compreende, é como se dá o “arrebite” (forma de flor) das amêndoas. Como o processo é totalmente manual, ela acredita que esse formato se dá em função da habilidade e da paciência de quem prepara as amêndoas.


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segunda-feira, 27 de julho de 2020

Alimentos com proteínas e energia para abelhas

Alimentos com proteínas e energia para abelhas

A dificuldade durante a seca, para a abelha, é encontrar floradas, das quais retira seu alimento. "Conseguimos socorrer as abelhas utilizando alimentação artificial, que é constituída de uma parte de energia, como o xarope de água com açúcar, e de proteína, como o farelo de soja ou trigo"
A apicultura é uma atividade essencial para os agricultores familiares. Apesar da diversidade da flora apícola no território nacional, devido à sazonalidade da disponibilidade dos recursos naturais e dos problemas encontrados com a deficiência de nutrientes nas colônias, existe a necessidade em se fornecer alimentação suplementar no período de escassez de alimento no campo. O fornecimento de alimento para as abelhas pode conter somente a fração energética, somente a fração protéica ou os dois, dependendo da disponibilidade de recursos naturais na região. Nos períodos críticos de alimento à campo, essa suplementação reduz o abandono das colônias no apiário e pode aumentar a produção em até quatro vezes. 

Para o desenvolvimento das colônias e a manutenção de uma atividade produtiva e rentável é necessário fornecer alimentação alternativa durante o período de escassez de floradas e, em algumas ocasiões especiais, durante o período de florada. Como exemplo pode ser citado o período de florescimento do cipó-uva (Serjania sp.) na região do Crato, Ceará, quando é necessário fornecer alimento protéico às colônias, pois o teor de pólen produzido na região nesta época não é suficiente para manutenção das crias. Nesse período, mesmo na presença abundante de néctar, se não houver essa suplementação protéica a produção de mel é comprometida devido ao enfraquecimento das famílias.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Lagarta do Cartucho do Milho

Lagarta do Cartucho do Milho

A lagarta-do-cartucho, Spodoptera frugiperda é a principal praga da cultura do milho no Brasil, ocorrendo em todas as regiões produtoras, tanto nos cultivos de verão como nos de segunda safra ("safrinha"). O inseto está sempre presente a cada ano de cultivo e ataca a planta desde sua emergência até a formação de espigas. 
Seus prejuízos são estimados em mais de US$ 400 milhões, anualmente. Nos últimos anos tem atacado também a cultura de algodão, causando severos prejuízos. Especialmente na cultura de milho os prejuízos contabilizados não estão relacionados à falta de tratamento fitossanitário, pois o número de aplicações de produtos químicos tem também aumentado e, em algumas regiões é comum uma média acima de cinco aplicações na safra.


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terça-feira, 23 de junho de 2020

Como Cultivar Batata Yacon

Como Cultivar Batata Yacon

Apesar do nome, a batata yacon não tem nada a ver com as tradicionais batatas. Longe disso. Esse tubérculo só recebeu o apelido por seus aspectos físicos semelhantes. O fato é que tanto no quesito nutricional, quanto no sabor, o alimento é uma ótima e deliciosa opção para ser adicionada às dietas funcionais e em preparações mais saudáveis para o dia a dia. Por isso, vamos conhecer um pouco mais dessa peculiar iguaria e seus benefícios à saúde.
Com uma textura suculenta e sabor adocicado, que faz lembrar o gosto de uma pera, a composição da batata yacon é muito rica em nutrientes, principalmente o potássio. A presença de potássio no organismo é de extrema importância para todas as funções celulares, tanto que a ingestão inadequada da substância pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, assim como alterações na transmissão neural (propagação de impulsos nervosos).
Além disso, existem estudos que associam a ingestão da batata yacon à melhora das funções do sistema imunológico, principalmente em crianças. A nutricionista e farmacêutica Andrea Forlenza exalta a importância do alimento para a defesa natural do nosso organismo: "Ele é rico em compostos antioxidantes, como os fenólicos, contendo cerca de 10 vezes mais substâncias antioxidantes que a batata-inglesa, por exemplo. O consumo deste carboidrato é bom para manter o equilíbrio no funcionamento intestinal e isso leva a uma melhora na imunidade. O intestino é uma importante barreira imunológica",


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domingo, 21 de junho de 2020

Como Cultivar Brócolis

Como Cultivar Brócolis

Os brócolis, brócolos ou couve-brócolos são variedades botânicas da espécie Brassica oleracea que pertencem à família Brassicaceae (crucíferas), da qual também fazem parte a couve-flor, o repolho, a couve e espécies distintas como a mostarda, o nabo, o rabanete, o agrião, entre outras.
O impulso que a cultura dos brócolis teve nos últimos anos demonstra que existe um grande potencial de mercado para essa hortaliça. Sua importância econômica no agronegócio tem sido crescente, em razão da apreciação nos diferentes tipos de culinária, suas propriedades nutricionais e o teor de compostos relacionados à saúde.
Além da importância econômica, os brócolis têm grande impacto social na geração de empregos diretos e indiretos, desde o plantio até a industrialização.
O cultivo dos brócolis teve início na Europa em princípios do século 19. Atualmente
a superfície plantada mundialmente supera 1 milhão de hectares e a produção ultrapassa 19 milhões de toneladas por ano.
No Brasil, a estimativa para a área cultivada com brócolis é de 15 mil hectares, com maior concentração nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Destaque para o Estado de São Paulo como principal produtor de brócolis do País, com área estimada em 3 mil hectares plantados.
Um aspecto relevante nesse cenário tem sido a expansão da cultura no estado de Minas Gerais em diferentes sistemas de cultivo, a exemplo da região metropolitana de Belo Horizonte, onde o cultivo é feito por agricultores familiares, e no Sul do estado, com a produção em áreas de maior extensão, anteriormente cultivadas com batata.
O tipo ramoso é cultivado em todas essas regiões, incluindo as regiões Nordeste e, recentemente, o Norte do Brasil. O tipo inflorescência única concentra-se no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.
O aumento de produção e de área plantada reflete a expansão do mercado para venda in natura em centros urbanos ou para congelamento em indústrias processadoras, localizadas principalmente nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.


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sábado, 13 de junho de 2020

Como Cultivar Orquídeas

Como Cultivar Orquídeas

As 10 principais dicas de cultivo de orquídeas

1. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas
As orquídeas epífitas crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes. As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.

2. Não colete ou adquira plantas oriundas das matas
As orquídeas já foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos. Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que tenham plantas disponíveis. Diga não às orquídeas coletadas do mato.

3. Escolha espécies de orquídeas adaptadas à sua região
Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma planta florida. Ao escolher o que vai cultivar, dê preferência às espécies de orquídeas que crescem na sua região. Se você mora no Ceará, confira as orquídeas que já foram catalogadas na região.

4. Irrigação das orquídeas
Mantenha o vaso úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta d’água. Não colocar pratinho com água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.

5. Luminosidade do ambiente
Instale suas plantas em locais onde elas possam ser banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que, quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa. Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição e local.

6. Ventilação do ambiente
As orquídeas necessitam de locais arejados. Evite, porém, a ventilação muito forte, que pode derrubar os vasos e danificar suas plantas.

7. Adubação das orquídeas
Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e nutrientes.

8. Pragas e doenças em orquídeas
Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada, elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo, previna-se. Um dos grandes inimigos do cultivo de orquídeas são as cochonilhas. Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas quanto a quem as cultiva. Veja esta receita para combater as pragas com um defensivo natural. É recomendável consultar uma pessoa que tenha experiência com produtos naturais.

9. Anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta
Também é interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou grande porte. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade, ventilação, etc.

10. Freqüente uma associação de orquidófilos
É o local mais apropriado para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).


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quarta-feira, 10 de junho de 2020

CULTURA DO FEIJÃO

CULTURA DO FEIJÃO

O feijão (Phaseolus vulgaris L.) é um dos mais importantes constituintes da dieta do brasileiro, por ser reconhecidamente uma excelente fonte protéica, além de possuir bom conteúdo de carboidratos e de ser rico em ferro.
Cultivado por pequenos e grandes produtores, em diversificados sistemas de produção e em todas as regiões brasileiras, o feijoeiro comum reveste-se de grande importância econômica e social.
Dependendo da cultivar e da temperatura ambiente, pode apresentar ciclos variando de 65 a 250 dias, o que o torna uma cultura apropriada para compor, desde sistemas agrícolas intensivos irrigados, altamente tecnificados, até aqueles com baixo uso tecnológico, principalmente de subsistência. As variações observadas na preferência dos consumidores orientam a pesquisa tecnológica e direcionam a produção e comercialização do produto, pois as regiões brasileiras são bem definidas quanto à preferência do grão de feijoeiro comum consumido. Algumas características como a cor, o tamanho e o brilho do grão, podem determinar o seu consumo, enquanto a cor do halo pode também influenciar na comercialização. Os grãos menores e opacos são mais aceitos que os maiores e que apresentam brilho. A preferência do consumidor norteia a seleção e obtenção de novas cultivares, exigindo destas não apenas boas características agronômicas, mas também valor comercial no varejo.


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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Higienização da Ordenha Manual

Higienização da Ordenha Manual

A ordenha pode ser considerada uma das tarefas mais importantes dentro de uma fazenda leiteira. A produção de leite de alta qualidade implica na necessidade de um manejo de ordenha que reduza a contaminação microbiana, química e física do leite. Tais medidas de manejo envolvem todos os aspectos da obtenção do leite de forma rápida, eficiente e sem riscos para a saúde da vaca e a qualidade do leite.

A adequada higiene do úbere é uma das medidas mais importantes na prevenção de novas infecções intramamárias. Como existe relação direta entre o número de bactérias presentes nos tetos e a taxa de infecções intramamárias, todos os procedimentos para redução da contaminação dos tetos auxiliam no controle da mastite. Com uma menor carga microbiana na superfície dos tetos, há redução na taxa de novas infecções intramamárias e na contagem de células somáticas (CCS) do tanque.

Dentre as principais práticas de produção que objetivam a melhoria da higiene da ordenha, podem-se destacar: evitar lesões nas vacas e a introdução de contaminantes no leite, garantir boas condições higiênicas durante a ordenha, manter uma correta armazenagem do leite após a ordenha.

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quinta-feira, 21 de maio de 2020

A importância das abelhas na Polinização

A importância das abelhas na Polinização



A polinização é a transferência do pólen (gameta masculino) da estrutura reprodutiva masculina de uma flor (antera) para a estrutura reprodutiva feminina (estigma) da mesma flor ou de outras flores da mesma espécie. Dessa forma, o gameta masculino alcança o gameta feminino (óvulo) e o fecunda. Este processo permite a formação de frutos e sementes que, futuramente, produzirão uma nova planta.

Em alguns casos, como o milho, trigo e arroz, o pólen é transportado pelo vento. Outros agentes polinizadores são a água (em certas plantas aquáticas) e a gravidade.

Porém, em cerca de 80% de todas as plantas com flores, alguns animais são os responsáveis pela polinização. Na grande maioria dos casos, entre os animais polinizadores, nenhum é mais eficiente do que a abelha.

Graças ao seu trabalho de coleta de pólen e néctar, voando de flor em flor, as abelhas polinizam as flores e promovem a sua reprodução cruzada. Além de permitir a reprodução das plantas, esse trabalho também resulta na produção de frutos de melhor qualidade e maior número de sementes. Todo esse processo resulta na base de toda uma cadeia alimentar.


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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Criação de Cabras Leiteiras

Criação de Cabras Leiteiras

Apesar de seu aspecto frágil, a cabra não mostra fraqueza diante das adversidades. Na verdade, ela é um animal muito resistente e de boa adaptação aos mais diversos tipos de ambiente, de desertos a regiões com nevasca. A grande tolerância do mamífero às intempéries facilita o trabalho de quem se lança na atividade de criação, que pode ser para a produção de carne, leite e derivados, produtos que estão ganhando mais espaço no varejo brasileiro, além da comercialização de matrizes e reprodutores. De pecuária familiar de subsistência a empreendimentos altamente tecnificados, há modelos de criação de cabras para todos os bolsos. Entre os mais simples, como o manejo de poucas cabeças em um espaço pequeno, o produtor pode aproveitar a rusticidade do animal para fazer uso de sobras de materiais na propriedade a fim de montar um abrigo. A mão de obra dos próprios familiares dá conta da lida com o plantel.


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domingo, 3 de maio de 2020

Raça caprina Saanen

Raça caprina Saanen

A saanen é uma raça suíça da região do Appenzel, do vale do rio Saanen, e é considerada a raça mais leiteira do mundo. Possui pêlos curtos, é branca ou com pequenas manchas pigmentadas (na pele), nas orelhas, na marrafa, úbere e cascos. De grande porte, os bodes atingem 75kg e as cabras 50kg.

As suas características são: cabeça leve, comprida e fina, com perfil quase retilíneo, com ou sem chifres, podem ser mochas ou amochadas; orelhas pequenas, inclinadas para cima, embora sejam em pé; olhos claros, grandes, vivos e brilhantes; brincos e barba: podem ter ou não; mucosas amarelas ou rosadas; pescoço forte, largo e musculoso, com pêlos mais longos na sua parte superior (nos machos) e elevado, longo, fino e com a parte superior cortante nas cabras e com pêlos não muito grossos e mais longos do que no resto do corpo.

O corpo da saanen é comprido, com peito saliente mas amplo, largo e profundo, apresentando um perímetro torácico amplo e profundo. As costelas são bem separadas e bem arqueadas; linha dorsal quase reta, comprida e regular; lombo largo e bem desenvolvido; anca um pouco caída e larga; espáduas largas e bem inseridas; ventre bem volumoso.

Os membros apresentam um comprimento médio e bons aprumos dianteiros, sendo fortes com articulações firmes, nos machos e mais finos nas fêmeas. As unhas são amarelas e juntas. O úbere é simétrico, comprido, bem desenvolvido, profundo, largo, bem formado e, quando visto por trás, não apresenta uma divisão acentuada, possui textura fina e consistência esponjosa. As tetas podem ser médias ou grandes, paralelas, de textura média, bem afastadas, inclinadas para baixo e apontadas um pouco para a frente, sem tocar nas pernas.

Defeitos graves:

- Cor que não seja branca; - Pêlos compridos; - Orelhas caídas; - Perfil convexo; - Chifres em "V" e torcidos.

Produção:

A saanen produz, em média, de 2,6 a 3 litros de leite por dia em um período de lactação de 9 a 10 meses, durante o qual ela produz 720 litros. É uma raça prolífica, sendo comuns partos de 2 a 3 cabritinhos. É uma boa raça melhoradora e a mais espalhada em todo o mundo.

Os machos possuem uma bolsa escrotal desenvolvida e bem conformada, nela se encontrando 2 testículos médios e soltos. A saanen inglesa é mais baixa e possui pêlos mais curtos. No Brasil, seus pêlos ficam mais curtos, enrolados ou mesmo encaracolados.


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terça-feira, 14 de abril de 2020

Receita de arroz carreteiro

Receita de arroz carreteiro

O arroz de carreteiro, ou simplesmente carreteiro, é um prato típico da Região sul do Brasil (embora, atualmente, já esteja incorporado à cozinha brasileira, sendo comum saboreá-lo em todo o país). É feito de arroz ao qual se adiciona carne-seca ou carne de sol desfiada ou picada, às vezes paio e linguiça em pedaços, refogados em bastante gordura, com alho, cebola, tomate e cheiro-verde. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste do Brasil, é também conhecido como maria-isabel, e preparado com carne de sol.

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quarta-feira, 8 de abril de 2020

Receita de Bolo de Mexerica

Receita de Bolo de Mexerica

Ontem eu fui ao mercado e aproveitei que as tangerinas estavam em promoção, comprei algumas para fazer essa receita de bolo de mexerica simples e fácil. Todo mundo aqui em casa gostou e agora vou dividir a minha receitinha aqui com vocês. O melhor é que dá pra usar essa mesma receita e fazer o bolo usando outras variedades de mexerica ou tangerina. Você pode usar bergamota e também poncã. Dá super certo! Aqui eu usei a mexerica carioquinha, mas se você fizer com outro tipo, volta aqui e conta pra gente o resultado. Não vai ter desculpa para não fazer esse bolinho caseiro, porque além de ser simples, os ingredientes são econômicos. A mexerica é uma fruta fácil de encontrar, sempre por um preço bem barato. Eu amo bolo caseiro feito com fruta e tenho certeza que você também vai amar esse bolinho caseiro. Tem mexerica aí na sua casa e não sabe o que fazer com elas? Vem comigo, vou te ensinar como fazer bolo de mexerica com casca, bem fofinho, que vai te deixar com água na boca só de sentir o cheirinho do bolo se espalhando por toda a cozinha

INGREDIENTES

1 copo americano de óleo
2 mexericas carioquinhas
4 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar refinado
1 colher de sopa de fermento em pó royal

MODO DE PREPARO

Coloque no liquidificador o oléo, as mexericas com gomos e cascas sem sementes e os ovos
Bata - os
Misture o trigo, o fermento em pó royal e o açúcar na mistura anterior
Unte o tabuleiro com manteiga e polvilhe com açúcar cristal o tabuleiro
Coloque a massa no tabuleiro
Leve para assar imediatamente


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sábado, 28 de março de 2020

Cultura da Amora Preta

Cultura da Amora Preta

O cultivo de frutas, no Brasil, é muito grande, principalmente de frutas tropicais, como a banana e a laranja. No entanto, devido à diversidade climática e à heterogeneidade de solos que o país possui, outros tipos de frutas estão ganhando cada vez mais espaço entre os fruticultores. Uma delas é a amora-preta, que tem apresentado sensível crescimento de área cultivada nos últimos anos no Rio Grande do Sul (principal produtor brasileiro), como mostra estudo realizado por Luís Eduardo Antunes, da Fazenda Experimental de Caldas, Minas Gerais.
Segundo o pesquisador, em artigo publicado na edição de janeiro de 2002 da revista Ciência Rural, "a amoreira-preta é uma espécie arbustiva de porte ereto ou rasteiro, que produz frutos agregados, com cerca de 4 a 7 gramas, de coloração negra e sabor ácido a doce-ácido". É uma planta que geralmente apresenta espinhos e produz em ramos de ano, sendo eliminada após a colheita. "Enquanto alguns ramos estão produzindo, outras hastes emergem e crescem, renovando o material para a próxima produção", explica Antunes no artigo.
Ainda segundo ele, a amoreira-preta desenvolve-se bem em solos drenados e medianamente ácidos: "o manejo das plantas é simples, devendo-se tomar maiores cuidado apenas com a adubação, o controle de invasoras, as podas de limpeza e desponte e, particularmente, com a colheita, devido à elevada sensibilidade das frutas". Sua floração ocorre, geralmente, entre setembro e novembro e a colheita costuma ir de dezembro a fevereiro, sendo realizada a cada dois ou três dias.


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domingo, 22 de março de 2020

A Importância da Cobertura de Solo

A Importância da Cobertura de Solo

Principais benefícios do uso de cobertura do solo

• Promover a formação de cobertura vegetal, impedindo o impacto direto das gotas de chuva no solo e quebrando a energia cinética da chuva e, com isso, diminuindo a erosão do solo especialmente em terrenos com maior declividade e, em consequência, protegendo as fontes de água de assoreamento e contaminações e, o mais importante, diminuindo os riscos de enchentes e enxurradas;
• Manutenção da umidade do solo, diminuindo as perdas por evaporação. Pode ocorrer uma redução de até 20% na necessidade de irrigação;
• Aumentar a infiltração de água no solo, diminuindo o escorrimento superficial;
• Buscar uma melhor estruturação do solo (melhor agregação, maior aeração), favorecendo os cultivos posteriores;
• Implementar a reciclagem de nutrientes no solo. Através das espécies com sistema radicular mais profundos é possível reaproveitar os nutrientes já perdidos, para serem aproveitados pelos cultivos;
• Melhorar o manejo de plantas espontâneas (“mato” ou “inços”), cultivando plantas de cobertura com alto grau de competitividade e com isso, economizar capinas.  Algumas espécies de adubos verdes (ex.: aveia preta e feijão de porco) ainda tem efeito alelopático sobre as plantas espontâneas (papuã e tiririca ou junça), inibindo-as;
• Aumentar o teor de matéria orgânica do solo, melhorando características físicas, químicas e biológicas do solo. É a matéria orgânica que dá a cor escura aos solos e que garante que ele se mantenha “vivo”. A matéria orgânica atua tanto na fertilidade do solo quanto em seu condicionamento físico, tornando os solos argilosos mais “leves” e soltos e, tornando os arenosos com maior retenção de umidade;
. Aumentar a biodiversidade e, com isso, maior equilíbrio ecológico das espécies e, em consequência, menor surgimento de pragas e doenças. A agricultura convencional ao priorizar a monocultura, o uso frequente de agrotóxicos e a remoção da vegetação nativa, reduz a diversidade de espécies causando o desequilíbrio do meio ambiente favorecendo o desenvolvimento de pragas e desfavorecendo os inimigos naturais destas pragas. A cobertura vegetal, além de evitar a erosão do solo, pode servir de abrigo, alimento e local de reprodução;
. Tanto a cobertura morta como a cobertura viva facilita e favorece o plantio direto e cultivo mínimo dos cultivos. O revolvimento excessivo do solo provoca a destruição dos agregados do solo, acelerando a decomposição e a perda da matéria orgânica e, além disso, pode levar ao endurecimento da camada superior do solo, que fica então compactada e difícil de trabalhar;
. Regulação térmica do solo, observando-se amenização da temperatura nas horas mais quentes do dia com redução de até 10oC na palhada de superfície do solo, em relação ao solo desprotegido, e retenção do calor residual nas horas mais frias do dia.  


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sábado, 7 de março de 2020

Plantio Direto de Hortaliças Vídeo 5 Produção de Hortaliças na Região Serrana

Produção de Hortaliças na Região Serrana

Destaque especial deve ser dado ao SPDH no que concerne à Agricultura de Montanha, em vista das fragilidades e das limitações nesses ambientes, haja vista a tragédia ocorrida em 12 de janeiro de 2011 na Região Serrana do Rio de Janeiro, com enxurradas violentíssimas que foram potencializadas pelo modelo agrícola utilizado. Dando continuidade ao trabalho, acaba de ser aprovado um projeto para capacitação de multiplicadores (técnicos e agricultores líderes) e promoção da adoção do SPDH em ambientes de montanha da Região Sudeste. Faz-se importante aqui lembrar que, para ambientes muito declivosos, é possível que seja necessária a adoção do SPDH consorciado com outras práticas de conservação do solo, como o terraceamento, por exemplo.

É indispensável buscar alternativas para o desenvolvimento de modelos de produção de hortaliças mais amigáveis ao meio ambiente, com viabilidade econômica e sustentabilidade ambiental, adequado às condições edafoclimáticas tropicais. Finalmente, o SPDH deve receber ajustes conforme as realidades locais, podendo ser desenvolvido nos mais diversos ambientes ou realidades socioeconômicas.


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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Plantio Direto de Hortaliças Vídeo 4 Efeito Estufa e Mudanças Climáticas

Plantio Direto de Hortaliças Vídeo 4 Efeito Estufa e Mudanças Climáticas


Para a adoção do SPDH, deve-se considerar que as hortaliças, em geral, não proporcionam resíduos de palhada em quantidade adequada à manutenção do sistema, devendo-se incluir plantas de cobertura na sucessão de cultivos com as hortaliças. Entende-se por plantas de cobertura espécies com elevado potencial de produção de matéria seca e com profundo e vigoroso sistema radicular que têm a capacidade de reciclar nutrientes e de, após sua decomposição, tornar o solo leve e poroso promovendo bom enraizamento do cultivo subsequente. Cabe lembrar que as plantas de cobertura, a exemplo de milho, trigo ou sorgo, podem ser culturas comerciais. Sugere-se como planta de cobertura o uso de gramíneas, preferencialmente consorciadas a leguminosas e outras espécies.


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domingo, 9 de fevereiro de 2020

Plantio Direto em Hortaliças Vídeo 2 Solos

Plantio Direto em Hortaliças Vídeo 2 Solos

O Sistema de Plantio Direto em Hortaliças (SPDH) segue três princípios básicos: o revolvimento localizado do solo, restrito às covas ou sulcos de plantio; a diversificação de espécies pela rotação de culturas, com a inclusão de plantas de cobertura para produção de palhada; e a cobertura permanente do solo.
Dentre os benefícios do SPDH, destacam-se a redução nas enxurradas em torno de 90% e nas perdas de solo em torno de 70%, minimizando processos erosivos; a economia de água em culturas irrigadas em até 30%; a diminuição na mecanização em até 75%; a regulação térmica proporcionada pela palhada com redução dos extremos de temperatura em até 10ºC na superfície do solo; incremento nos teores de matéria orgânica e maior ação biológica de minhocas e outros organismos; a menor dispersão de doenças, pelo não revolvimento do solo e redução de enxurradas e respingos; e a redução nas capinas pela barreira proporcionada pela palhada para as plantas infestantes. Tem-se observado que, em função da preservação ou recuperação da qualidade do solo, os níveis de adubação têm sido diminuídos sem prejuízo na produtividade de lavouras.


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sábado, 1 de fevereiro de 2020

Plantio direto de hortaliças Introdução

Plantio direto de hortaliças Introdução

A produção de hortaliças é, geralmente, atividade intensiva com sistemas de produção baseados em intensa e frequente mecanização e na utilização intensiva e crescente de insumos. Em muitas regiões de produção de olerícolas e, especialmente em áreas montanhosas com topografia acidentada, os processos erosivos e o esgotamento dos recursos naturais são alarmantes, além do agravamento dos problemas fitossanitários decorrentes de um ciclo de empobrecimento crescente.
Já consagrado na produção de grãos pelos benefícios que proporciona, sendo utilizado em mais de 22 milhões de hectares, o Sistema de Plantio Direto (SPD) é importante ferramenta para a obtenção de sistemas produtivos mais sustentáveis também na produção de hortaliças.

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Uso da folha da mamona no controle alternativo de pragas

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