A jornalista Cláudia Visoni é uma das principais representantes do coletivo de “Hortelões Urbanos” da cidade de São Paulo. Segundo ela, o grupo reúne na internet atualmente mais de 4.000 pessoas interessadas em trocar experiências de plantio doméstico de alimentos. A grande maioria já cultiva ervas, frutas e hortaliças no quintal, em jardins verticais, sistemas hidropônicos ou até mesmo em varandas de apartamentos. Além disso, eles pretendem inspirar os vizinhos a se envolverem no plantio voluntário de alimentos em áreas públicas. É o caso das hortas que têm se erguido informalmente e dado vida a terrenos baldios, beira de rios e praças da cidade, como na Vila Beatriz, na Vila Industrial, em Taboão da Serra, na Pompéia e até na Praça do Ciclista, em plena Avenida Paulista. Qualquer um pode por a mão na terra, plantar, colher e levar para casa o que cultivou gratuitamente.
O plantio de hortaliças, condimentos e ervas medicinais vem ganhando os espaços urbanos das cidades brasileiras.
A tendência, que também tem ganhado adeptos em metrópoles internacionais, algumas vezes é consequência do pouco tempo disponível para o lazer. O cultivo de especiarias em casa passa a ser uma das poucas formas de contato com os elementos da natureza. Outras vezes a manutenção da mini-horta vem da necessidade de cuidar melhor da alimentação familiar, minimizando o contato com agrotóxicos.
O fato é que esta tendência tem potencializado um novo nicho de mercado. Ao invés de cultivar plantas ornamentais, as pessoas estão com frequência montando mini-hortas, seja em varandas individuais ou em hortas coletivas, nas áreas comuns dos prédios.
A pitaya também conhecida como fruta do dragão, é um fruto exótico, saboroso e com vários benefícios a favor da saúde. Provém de um cacto de origem Asiática e cada vez conquista mais espaço no mercado.
A pitaya não necessita de grandes cuidados e é viável até para quem não despende de muito tempo livre. Também é interessante como planta ornamental, pela facto de possuir uma ramificação verde intensa e flores exuberantes de aproximadamente 20 cm de diâmetro. Porém ela é uma planta nocturna e floresce à noite, ou seja toda a exuberância da flor atinge a sua plenitude na fase mocturna e dura apenas um dia.
Uma das grandes vantagens da pitaia é o facto de poder ser plantada no chão ou em vaso, na segunda opção pode escolher o tutoramento fazendo a planta crescer para cima, ou pode pendurar o vaso deixando a planta pendente.
o cultivo de amora-preta apresenta grande potencial para diversificação de culturas, principalmente para agricultores familiares das regiões mais frias do Estado.
Os frutos são consumidos in natura ou processados em forma de polpa, geleia e suco, e ainda podem ser congelados. Também são utilizados pela indústria alimentícia e cosmética, devido ao seu alto poder antioxidante natural.
No grupo de pequenas frutas, a amora-preta é a segunda espécie mais explorada no mundo, atrás somente do morango. “A cultura é apropriada para pequenos produtores familiares e encontra condições favoráveis para o cultivo em praticamente toda a região Sul do Brasil, onde as temperaturas são mais baixas”
O Sistema de Irrigação por Gotejamento é um método econômico de levar a quantia de água adequada diretamente para as plantas através de gotejadores. Todos sabem a importância de se economizar água. É lamentável todo e qualquer desperdício e é fundamental que se economize água potável pelo bem da coletividade. A planta necessita de água para a sua sobrevivência. Porém, muitas vezes a água que elas recebem é muito mais em quantidade de litros do que aquilo de que elas realmente precisam.
Agricultores, jardineiros e até mesmo quem tem uma pequena horta ou jardim vivem em busca de soluções para a melhoria das plantas que possuem e entre essas melhorias encontra-se a irrigação adequada. Porque, essa é uma das grandes preocupações para todos aqueles que lidam e gostam de plantas. Nessa busca, uma grande parte dessas pessoas já aderiu ou conhece a irrigação por gotejamento. Inclusive para os jardins domésticos essa forma de irrigação já conquistou muitos adeptos.
A enxertia, na olericultura, é uma técnica empregada para plantas das Famílias Solanaceae e Cucurbitaceae e objetiva conferir resistência às mudas. Desta forma, possibilita o cultivo em áreas contaminadas por patógenos de solo ou confere habilidades em relação a determinadas condições edafo-climáticas (resistência à baixa temperatura, à seca, ao excesso de umidade e aumento da capacidade de absorção de nutrientes). O presente trabalho apresenta o estado atual do conhecimento sobre a enxertia de hortaliças, enfocando aspectos relacionados à compatibilidade entre plantas e à cicatrização do enxerto. Dá-se especial atenção à descrição dos métodos de enxertia e a sua adequação às diferentes espécies de hortaliças.
Uma colônia armazena naturalmente mel e pólen para consumir durante o inverno, período em que a rainha diminui ou cessa completamente a postura.
A alimentação de manutenção, como o próprio nome já diz, é a fornecida com a finalidade de proporcionar às abelhas os nutrientes necessários à sua sobrevivência.
Dois tipos de suplementação podem ser fornecidos com essa finalidade:
• Alimentação energética concentrada: visa substituir a falta de mel, sendo composta por xarope de açúcar;
• Alimentação proteica: visa substituir carências de pólen, sendo fornecida principalmente na forma de ração em pasta.
Quando houver reservas de pólen na colmeia deve-se fornecer apenas alimentação energética concentrada. Quando houver pouca reserva de pólen ou em caso de dúvida, deve-se fornecer, além da alimentação energética concentrada, também a alimentação proteica.
INGREDIENTES 800 gr de farinha de trigo com fermento 200 gr farinha de trigo sem fermento 320 gr de açúcar cristal 4 ovos 260 gr de margarina 180 gr queijo ralado 300 ml de leite COMO FAZER
A Dorper é uma raça ovina de corte desenvolvida na África do Sul, nos anos 30, a partir de cruzamentos entre carneiros chifrudos da raça Dorset e ovelhas Blackheaded Persian (originada da Somalis). Foi desenvolvida para regiões semiáridas extensivas da África do Sul, sendo, numericamente, a segunda maior neste País. Esta raça encontra-se difundida em diversos países.
Aspectos Gerais
A raça apresenta animais tanto de cabeça negra (Dorper) como de cabeça branca (White Dorper). É uma das mais férteis raças de ovinos sem chifres, com bom comprimento corporal e cobertura de pêlos e lã claros e curtos. Apresenta excepcional adaptabilidade, robustez e excelentes taxas de reprodução e crescimento, além de boa habilidade materna.
Dados produtivos no Brasil ainda são escassos. Entretanto, devido à sua especificidade para corte e às origens de sua formação, a Dorper pode ser uma raça de grande importância no uso em cruzamentos, principalmente pela possibilidade de imprimir uma boa qualidade de pele, ao contrário das raças lanadas especializadas para corte.
Alguns dados na África do Sul, sob condições de pastagem, indicam que esta raça apresenta primeiro parto em torno de 346 dias de idade, fertilidade ao parto de cerca de 87,0%, prolificidade (número de crias por parto) de 1,33 crias/parto, peso ao nascer e à desmama (em média aos 94 dias) em torno de 3,9 kg e 24,0 kg, respectivamente. Sob as mesmas condições, a média de ganho em peso diário foi de 217 g/dia na fase pré-desmama, podendo alcançar 250 g/dia. O peso adulto desta raça é de 80,0 kg a 120,0 kg nos machos e 60,0 kg a 90,0 kg nas fêmeas.
A raça de bovino Hereford é originária do condado de Herefordshire, na Inglaterra. Ela é conhecida desde 1725. O primitivo desenvolvimento da raça permanece na obscuridade. Bovinos de cara branca são conhecidos desde longa data na Inglaterra. O melhoramento moderno da raça começou com Benjamim Tomkins (1714 - 1789), e seu filho de mesmo nome (1745-1815), continuador de sua obra, destacando-se como método seletivo a busca de precocidade de abate empregando consanguinidade estreita.
Peso médio: 540 Kg nas vacas e 850 nos touros.
Estatura: 130 cm nas fêmeas e 135 à 145 cm nos machos.
Os Tomkins, como a maior parte dos demais criadores de gado Hereford daquela época, não se interessavam em absoluto por características de pelagem, secundárias e menos importantes. No início do século XIX, ocorriam as seguintes pelagens: vermelha de cara branca, vermelha de cara salpicada, cinza clara e parda. Gradualmente, a pelagem "pampa" característica foi se impondo, sendo hoje considerada como "marca de pureza" da raça.
O coqueiro é uma rica fonte de alimento para diversas espécies de insetos e ácaros. Esses organismos se alojam e se desenvolvem em regiões específicas da planta (folhas, flores, frutos, estipe ou raízes) causando danos que variam de intensidade de acordo com a densidade populacional da espécie e dos inimigos naturais, bem como, dos fatores abióticos determinantes da região. Na fase jovem, o dano causado às folhas provoca atraso no desenvolvimento da planta retardando a precocidade e na fase adulta atraso e perda na produção. Insetos e ácaros que atacam a folha central e as novas do coqueiro, jovem e do adulto, podem ocasionar a morte da planta. Há espécies que têm preferência pela planta jovem por seus tecidos mais tenros, enquanto outras preferem as mais velhas e em produção.
O morango orgânico, assim como outros produtos sem aditivos, tem ganhado a preferência de muitos consumidores. Isso porque traz inúmeros benefícios à saúde, sem risco de contaminação por fertilizantes e agrotóxicos. Além dessas vantagens para quem compra, a fruta pode ser uma boa oportunidade para pequenos agricultores.
A produção orgânica de morango requer uma grande quantidade de mão-de-obra, comumente empregada na agricultura familiar, mas evitada por grandes produtores. Os lucros são bem altos se comparados ao cultivo convencional. O orgânico chega a custar 35 reais o quilo.
Outra vantagem é que a safra do morango orgânico dura de julho até dezembro, período bem maior que o normal. O cultivo foi tema de uma pesquisa realizada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) em parceira com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater). O objetivo é diversificar a produção agrícola de Minas Gerais e oferecer novas oportunidades aos pequenos agricultores.
A chefe do Departamento de Transferência Tecnológica da Epamig, Juliana Simões, afirma que o diferencial do morango orgânico é a não utilização de agrotóxicos. Dessa forma, é feito um controle diferenciado de pragas, parasitas e doenças. Isso acaba por agregar mais valor ao produto final, pois normalmente são utilizados muitos agrotóxicos no plantio de morangos.
Realmente a criação de jacarés passa por algumas controvérsias, visto que os aspectos ecológicos votam por preservar as espécies, a partir da sustentabilidade. Por outro lado, o mercado está cada vez mais precisando dos jacarés e a solução encontrada então é que os empreendedores estejam dispostos em se preocuparem com as causas ambientais fazendo um planejamento. Sapatos e bolsas é o principal foco da criação de jacarés, pois a partir de suas peles obtêm-se um couro muito valorizado e resistente.
O empreendedor que deseja começar uma criação de jacarés deve perceber que a oferta dos produtos é bem menor que a demanda, e então qualquer um que comece um negócio como este tem grandes chances de ganhar dinheiro. Porém, por mais que saibamos que a atividade pode ser altamente lucrativa, a criação de jacarés possui muitos fatores limitantes que acabam desestimulando os empreendedores a entrarem na disputa pelo mercado deste tipo de criação.
A bananeira produz um número variável de filhos. O desbaste é a operação usada para se eliminar o excesso de rebentos, objetivando-se a obtenção de rendimentos econômicos e cultivos sustentáveis.
Deve-se desbastar as touceiras, mantendo uma população de plantas que permita uma boa produtividade e qualidade, favorecendo o controle de pragas. Assim, os principais objetivos do desbaste são:
a) Manter o número de plantas por hectare, de forma que não afete a qualidade do fruto.
b) Manter o padrão e o tamanho do cacho.
c) Incrementar os ciclos produtivos.
d) Manter o alinhamento do bananal por alguns anos.
e) Garantir um equilíbrio entre a vegetação e o ambiente.
f) Regular a produção.
g) Regular o momento da colheita.
h) Prolongar a vida útil do bananal.
i) Permitir melhor uso de máquinas e equipamentos.
j) Aumentar os rendimentos.
Na maioria dos casos, deve-se deixar, em cada ciclo do bananal, a mãe, um filho e um neto, ou apenas a mãe, ou a mãe e um ou dois seguidores (filhos), eliminando-se os demais. Recomenda-se que este procedimento seja feito quando os filhos atingirem a altura de 20 a 30 cm, tomando-se o cuidado de proceder a eliminação total da gema apical de crescimento, para evitar a possibilidade de rebrotação.
As mudas de lichieria devem ser obtidas em viveiros fiscalizados. A propagação deve ser vegetativa (alporquia, enxertia, garfagem ou outro método), reduzindo o prazo para o início do ciclo produtivo das plantas. A propagação por sementes é utilizada principalmente no melhoramento genético e na produção de porta-enxertos.
No entanto, é dificultada pela longevidade das sementes que, mal armazenadas, perdem a viabilidade em 24 horas após a extração do fruto. Conservadas úmidas e em baixa temperatura (10ºC a 15ºC), as sementes podem manter a viabilidade por até oito semanas.
A lichia é bastante exigente com relação ao clima, desenvolve-se bem, mas não produz satisfatoriamente em regiões tropicais, adaptando-se melhor em regiões onde o clima é frio e seco antes do florescimento e, no resto do ano quente e úmido. A precipitação ideal encontra-se entre 1.250 e 1.700 mm anuais. A exigência em água é maior nas plantas novas e naquelas em produção.
A floração ocorre entre os meses de junho e julho. A colheita ocorre em um período muito curto, de meados de dezembro a início de janeiro. A produtividade normal da lichieira é de 30 a 45 kg/planta. Nas condições brasileiras e em cultivos tecnificados são observadas produtividades de 200 a 300 kg/planta por ano.
A alta perecibilidade dos frutos de lichia e a rápida perda da cor vermelha da casca após a colheita (um de seus atrativos), são os principais problemas na comercialização da fruta. O ideal é que a fruta seja comercializada e mantida sob frio, com temperaturas que aumentem sua vida de prateleira.
Diversos estudos sobre embalagens e temperaturas de armazenamento e transporte estão sendo realizados no país, mas os produtores enfrentam dificuldades na comercialização e perdas de produtos, o que exige uma boa organização e logística adequada até os pontos de venda.
O objetivo deste trabalho foi estabelecer uma proposta para o processamento do queijo Coalho regional seguindo-se os procedimentos adequados para a obtenção de um produto final de qualidade. Empregou-se leite de vaca padronizado e pasteurizado e culturas láticas
endógenas. Foram isoladas, identificadas e caracterizadas culturas láticas endógenas de leite de vaca cru e de queijos Coalho artesanais.
Algumas culturas foram avaliadas para a fabricação do queijo Coalho, seguindo-se o fluxograma de fabricação estabelecido neste estudo.
O produto final foi submetido a análises físico-químicas, teste de aceitação e teste de fritura. Os resultados obtidos mostraram que é viável a padronização do produto tradicional, proporcionando redução de custos, qualidade microbiológica e a manutenção das características sensoriais do queijo Coalho regional, com o uso de culturas láticas nacionais.
Imaginar carneirinhos pulando cerca pode ajudar a pegar no sono, mas para dormir tranquilo muitos consideram mais assegurado se dedicar ao manejo dos mamíferos. Além de ser uma atividade com grande potencial de produção, a lida com ovinos oferece ao criador várias opções de produtos para incrementar a renda mensal.
A espécie ovina (Ovis aries) é geradora de alimentos importantes para a dieta da população. A carne é o principal produto da ovinocultura, seja das raças deslanadas originárias da região Nordeste, que também fornecem pele de excelente qualidade para a indústria calçadista, ou dos rebanhos existentes no Sul produtores de lã fina destinada à exportação para vestuário.
Rara de ser encontrada em certos pontos de varejo há alguns anos, atualmente a carne de carneiro está presente em várias casas de carnes e supermercados de grandes e médias cidades. Hoje é considerada mais comum a disponibilidade de cortes de cordeiros em cardápios de restaurantes, principalmente de churrascarias. Mesmo com preços acima das versões bovina, suína e de frango, a carne ovina registra no mercado procura maior do que a oferta.
Campolina é uma raça de cavalo originária do Brasil. O Cavalo Campolina surgiu e foi selecionado pelo fazendeiro Cassiano Campolina em 1870. Fazendeiro rico, inteligente e apaixonado em criar cavalos, Cassiano ficou desgostoso por perder uma cavalhada - famosa representação folclórica da batalha entre mouros e cristãos - na inauguração linha Férrea de Queluz atualmente Conselheiro Lafaiete-MG em homenagem ao Imperador Dom Pedro II que estava presente; representando o partido Cristão perdeu pela primeira vez as disputas para o partido dos Mouros; Reconhecendo a derrota então decidiu criar cavalos mais altos, fortes e de bom andamento para obter vantagem na disputa e também para fornecer cavalos de boa qualidade para exército real , cavalhadas,transporte puxando carruagens no Rio de Janeiro, montaria e serviços diversos nas fazendas ;No que foi ajudado por Dom Pedro ll que enviou de presente uma égua por nome Medeia prenha de andaluz, pariu um potro espetacular,o lendário Monarca ,o padreador da raça. Durante trinta anos realizando seleção introduziu nas suas éguas crioulas além do garanhão Monarca, reprodutores da raça Anglo-Normando, Puro Sangue Inglês e o Mangalarga Marchador conforme sua intuição e experiência na Fazenda do Tanque em Entre Rios de Minas, Cassiano Campolina faleceu em 1904 antes da desforra, sua fortuna foi investida na construção do hospital que foi batizada com seu próprio nome ,referência em Entre Rios de Minas desde 1910 porém seu trabalho resultara na criação desta raça de cavalo que ganhou reconhecimento internacional.
O legado de Campolina foi complementado, dentre outros, por seu amigo Joaquim Pacheco Resende, num esforço de mais de setenta anos, formou esta raça única e conhecida como o grande Marchador Brasileiro.
Existe mais de 50 espécies de Carrapatos (dos-cavalos, de BOVINOS, de cachorros, de gato, etc), sendo que a mais importante, para a pecuária é o CARRAPATO do BOI, responsável por prejuízos, que poderiam ser evitados, através de métodos específicos.
Para seu Controle é muito utilizado Carrapaticidas que além de gerar Resistência, apresentam resíduos que causam danos à saúde e ao meio ambiente; além de necessitar de Período de Carência e Manejo. Por estes motivos, tem aumentado a busca por alternativas como no caso de medicamentos Homeopáticos, como o PARASITO H, lembrando que seu uso além de não precisar de manejo, evitando assim o estresse no gado, não gera resíduo e nem resistência., então use corretamente, veja o vídeo.
O raleio de frutos na cultura do pessegueiro é uma das práticas mais importantes para obter-se produção de frutos com boa qualidade e com rentabilidade satisfatória. Em geral, a planta fixa muito mais frutos do que o necessário para a produção com qualidade. Como os frutos competem entre si e também com o crescimento vegetativo por água e nutrientes, o desenvolvimento das plantas e dos frutos fica prejudicado com o excesso de frutos.
De um modo geral, são necessárias 30 a 40 folhas por fruto, e o raleio é feito com base na capacidade produtiva da planta e no tamanho do fruto característico de cada cultivar.
Os objetivos do raleio são:
-aumentar o tamanho, a qualidade e a coloração dos frutos. Com o raleio, a competição entre frutos é reduzida, favorecendo o seu crescimento. Cada fruto necessita em torno de 30 a 40 folhas para a sua adequada formação e crescimento.
reduzir o custo de colheita, devido à menor quantidade de frutos a serem colhidos.
-evitar quebra de ramos pelo peso excessivo.
-padronizar a qualidade dos frutos na colheita, pela eliminação de frutos danificados por pragas ou doenças ou com algum defeito.
-manter equilíbrio entre a vegetação e a frutificação da planta.
-reduzir o risco de alternância na produção em anos consecutivos.
-diminuir o ataque de pragas e doenças pelo aumento do espaço entre um fruto e outro.
-melhorar a eficiência dos tratamentos contra pragas e doenças.
Reconhecidamente uma das espécies de maior sensibilidade a pragas e doenças, o morango é altamente exigente em práticas culturais desde o plantio até a pós-colheita. Esta sensibilidade faz com que produtores apliquem agroquímicos de forma muito intensa, frequentemente sem os necessários critérios técnicos. Estas atitudes, embora possam permitir obter frutas de boa aparência, podem limitar o mercado pela presença de resíduos, além dos danos ao ambiente e a saúde do produtor e do consumidor. Desta forma, surgem opções de sistemas alternativos de produção, como é o caso do sistema semi-hidropônico e a produção orgânica. É, portanto, uma alternativa importante de diversificação na propriedade, para a qual devem-se seguir estritamente as orientações técnicas com o intuito de obter-se um produto de qualidade e em acordo com a legislação vigente, bem como atendendo aos requisitos de um mercado sempre mais exigente.
Saber como podar um pessegueiro adequadamente é essencial para o crescimento da planta. Cortar os galhos seu pessegueiro pode ajudá-lo a fornecer frutos maiores e melhores colheitas. Felizmente, é fácil aprender a podar, e você terá em breve a safra mais suculenta de pêssegos.
Podar seu pessegueiro ajuda-o a crescer. Podar pode ser contra-intuitivo, mas na verdade é incrivelmente benéfico em auxiliar um novo crescimento dos pessegueiros.
A poda de árvores produz novo crescimento, que por sua vez produz mais frutos. Portanto, a poda produz uma colheita maior ao longo do tempo.
O pessegueiro precisa estar sob luz solar, pois galhos obscurecidos não produzirão muitos frutos. Podá-lo deixa livre o caminho para o sol.
Remover partes mortas da árvore é necessário para que os novos galhos possam surgir.
Se você pretende usar pesticidas na árvore, a poda permite uma cobertura igual sobre a planta inteira.
Maracujá ou beber seu suco quando se está preocupado ou com falta de sono. A recomendação é justa. A passiflorina, um princípio ativo com efeito calmante e relaxante, é uma das propriedades naturais da fruta, que só no Brasil tem 150 exemplares nativos das mais de 500 espécies existentes no mundo.
Apesar de tantas variedades, apenas quatro ou cinco delas são cultivadas para fins comerciais no país. A vibrante cor amarela da fruta já é uma referência da sua origem da América tropical.
O maracujazeiro gosta de temperaturas altas e muita luz, com a necessidade de receber 12 horas de luminosidade por dia para florescer a uma carga expressiva. Os estados do Norte e do Nordeste possuem safras bem mais longas do que os da região Centro-Sul, onde os dias são curtos no inverno.
O maracujá é uma fruta ideal para o plantio em pequena propriedade. O seu cultivo exige pouco espaço e requer trabalho manual para realizar a polinização, que pode ser realizada por membros da própria família do produtor. A cultura é indicada para a agricultura familiar, dado o baixo custo por hectare e o rápido retorno financeiro.
Na propriedade, cheia de árvores e com uma plantação de eucaliptos, ele usou apenas algumas partes de madeira para dar sustentação. Os pneus foram arrecadados depois de uma campanha feita por ele entre vizinhos e empresas. Em um mês, o produtor recolheu a quantidade suficiente de pneus velhos para dar início ao projeto. “Jogar fora não pode, tem que reaproveitar, porque isso aqui na natureza vai demorar anos para acabar e não pode ficar jogado por ai”
O barreado ou carne barreada é um prato típico do litoral paranaense, sendo o mais tradicional do estado.
Sua origem é açoriana de um ritual de 300 anos ainda seguido no preparo do prato. A origem é atribuída aos portugueses que vieram para o litoral do Paraná no século XVIII. Os registros antigos indicam a vila de Guaraqueçaba como a disseminadora da receita. O tempero do prato seguiu junto com outras manifestações culturais para o continente, entre elas o fandango, dança de tamancos ao som da rabeca.
A simplicidade na preparação do prato garantiu que a receita fosse mantida com os mesmos ingredientes e características. Uma das suas características é que mesmo requentado mantém o seu sabor, uma vez que é feito dentro de uma panela de barro pesada (Caldeirão de Barro), com tampa pesada do mesmo material, de barro, que é levado ao fogo sempre, para mantê-lo sempre super quente, perto de aproximadamente 100 graus celsius. Durante os dias de festa do fandango, o prato era reaquecido a cada refeição. O sabor não se perde, pois o caldo grosso que se forma é que mantém o sabor da carne que se desmancha devido ao grande calor gerado pelo caldeirão tampado, com tampa pesada do mesmo material, sempre levado ao fogo e mantido nas labaredas, durante toda a festa.
A possibilidade de montar um minipedaço do oceano em sua própria casa está despertando um enorme interesse em milhões de pessoas ao redor do planeta, que cultivam um magnífico hobby: a aquariofilia. O aquário, com a sua extensa diversidade de peixes ornamentais e plantas, além de uma esplendorosa peça decorativa, proporciona aos seus aficionados, uma terapia ocupacional sem igual, sendo, inclusive, recomendado por médicos e terapeutas como um ótimo calmante natural. Comparado com outros hobbies ou manutenção de outros animais domésticos, a aquariofilia é, com certeza, uma das opções mais econômicas e menos dispendiosas. A grande variedade de equipamentos e produtos, atualmente, oferecidos pelas indústrias e lojas especializadas tornou a atividade extremamente fácil e acessível, mesmo para leigos e crianças, derrubando definitivamente algumas dificuldades apresentadas no passado. Qualquer casa, departamento, clínica ou escritório apresenta um espaço para a montagem de um aquário, que requer pouco tempo de dedicação na manutenção, mas que proporciona muitas horas de contemplação. Mesmo quando o dono tira férias, o aquário pode operar automaticamente, através de equipamentos e rações específicas para estas ocasiões.
“A fruta se multiplica por sementes, com início de produção no quatro ou quinto ano do transplante. A principal forma de cultivo é pelo poder germinativo, que representa em torno de 80% das plantas no Estado, pois por meio da alporquia nós não conseguimos desenvolver as árvores em três anos”, ressalta.
Eliséo Soprano adianta que pretende expandir o cultivo do achachairú para outras regiões litorâneas de Santa Catarina, pois a fruta não é tolerante ao frio. Em média, cada árvore produz de dois a três mil frutos, podendo render de 12,5 mil a 18,5 mil quilos por hectare.
Achachairú no Cerrado
Na região do Cerrado, o período de florescimento ocorre entre os meses de julho a setembro e o amadurecimento entre novembro a janeiro. No Estado de Goiás, milhares de árvores são cultivadas desde 2009.
Um sistema de criação eficiente de bezerras e novilhas em fazendas leiteiras deve ter como objetivo a produção de fêmeas férteis, saudáveis e desenvolvidas, e portanto, elas precisam receber cuidados especiais.
O produtor deve em primeiro lugar considerar as características de sua fazenda, e junto com o técnico, definir qual o modelo mais adequado à sua realidade. Posteriormente, é importante assegurar que as novilhas sejam criadas de maneira econômica e que, na ocasião do primeiro parto, estejam aptas a assumirem uma lactação produtiva.
Criar bezerras e novilhas de forma adequada garante ao produtor o sucesso das futuras vacas de leite de sua produção. Faça aqui um teste para descobrir o que você sabe sobre a criação eficiente de bezerras e novilhas.
Se o receio de levar ferroadas é o que impede de se colocar em prática o interesse pela produção de mel, alimento com demanda certa, por ser um produto saudável e delicioso, uma boa alternativa é o manejo de abelhas sem ferrão. Impossibilitadas de dar doloridas picadas, elas não precisam de fumaça para ser acalmadas nem que o apicultor use equipamentos de proteção individual (EPIs), como macacão com máscara conjugada, botas de borracha e luvas de nitrila.
Atrofiado ao longo da evolução das espécies desse grupo, o ferrão não oferece risco à população, permitindo que essas abelhas possam ser criadas em áreas próximas de pessoas e animais, inclusive em ambientes urbanos. Mas vale ressaltar que, quando se sentem ameaçadas, elas se defendem mordendo geralmente olho, orelha, nariz e cabelo do invasor. O uso de um véu, no entanto, é o suficiente para proteger o rosto de algum ataque.
Os animais Senepol apresentam um rápido crescimento, isso favorece a pecuária de corte fazendo com que o ciclo de engorda seja muito curto. São características como a elevada capacidade de transformação de pasto (proteína vegetal) em carne (proteína animal) que deixa o gado pronto para o abate rapidamente, ou seja, com maturação de peso e carcaça frigorífica em idades ainda precoces. Em avaliações de GPD em centros de performance e confinamentos de campo apresenta ganhos diários de 1,5 a 2,5 Kg / Cabeça / dia, dependendo da idade de avaliação e do manejo nutricional. Desmama com 50 a 60% do peso da mãe aos oitos meses de idade em média. Os bezerros durante a desmama são pesados variando entre 220 Kg a 260 Kg fêmeas e 240 Kg a 300 Kg machos. O que permite a venda de bezerros com preço de 30 a 50% acima da média do mercado de reposição.
Possui 2 pneus, sistema de acionamento manual para travar o pé da mandioca durante o processo de colheita com apoio para os pés facilitando assim o impulso na hora de arrancar as raízes.
O presente invento trata-se de uma colheitadeira de mandioca baseando-se no princípio da alavancagem. Na extremidade da alavanca encontrar-se-á soldado um suporte formado de tubo circular cuja forma assemelha-se a uma parábola. Neste mesmo suporte é soldado nas extremidades as sapatas cuja sua função é impedir que o suporte (2) afunde no solo. O garfo é encaixado na alavanca cuja sua função é prender o caule da mandioca e posicionar o ponto de alavancagem. Finalmente, encontramos um limitador que impedirá que o garfo corra livremente sobre a alavanca de uma extremidade à outra, além de impedir que o garfo se perca.
A cera das abelhas é, a seguir ao mel, um dos principais produtos resultantes da produção apícola. Esta é importante tanto para a qualidade do mel como também para a sanidade e produtividade das colônias de abelhas. Desta forma a produção, comercialização e utilização da cera com segurança e qualidade, torna-se vantajoso não só para a produtividade e qualidade do mel obtido, mas também para o apicultor.
Uma delícia de Minas Gerais Ingredientes: - 500 gr de peito de frango - 2 xícaras de ora-pró-nobis picado - 200 gr de milho verde em conserva - 200 gr de creme de leite - 250 gr de requeijão - 2 colheres de sopa de óleo - tempero - sal a gosto COMO FAZER:
O processo de produção da cachaça artesanal é custoso e cheio de detalhes – uma verdadeira obra de arte. Fazer cachaça é, ao mesmo tempo, ciência, arte, paixão e sabedoria. Tudo é feito com muita calma, cuidado, esmero. Por isto, “artesanal”. Apesar de feita exclusivamente do caldo de cana, sem a adição de produtos químicos, cada cachaça carrega características de seu produtor, o alambiqueiro. Cada um tem seu segredo, que normalmente é transmitido de pai para filho. Os detalhes especiais estão espalhados por todo o processo, desde a escolha do tipo de cana, passando pela época certa da colheita, o tempo de moagem, os ingredientes e o tempo de fermentação, a forma de destilação e os tonéis para o envelhecimento, até o engarrafamento.
A cana
É a matéria-prima para a fabricação da cachaça. São cinco as espécies mais utilizadas por várias razões incluindo-se aí o teor de açúcar e a facilidade de fermentação do caldo. A cana usada na produção da cachaça artesanal é colhida manualmente e não é queimada, prática que precipita sua deterioração
Moagem
A etapa seguinte no processo de fabricação da cachaça é a moagem. Depois de cortada, a cana madura, fresca e limpa deve ser moída num prazo máximo de 36 horas. As moendas separam o caldo do bagaço, que será usado para aquecer as fornalhas do alambique. O caldo da cana é decantado e filtrado para, em seguida, ser preparado com a adição de nutrientes e levado às dornas de fermentação. Algumas moendas são movidas por motor elétrico, outras por rodas d'água.
Fermentação
Como cada tipo de cana apresenta teor de açúcar variado, é preciso padronizar o caldo para depois adicionar substâncias nutritivas que mantenham a vida do fermento. Como a cachaça artesanal não permite o uso de aditivos químicos, a água potável, o fubá de milho e o farelo de arroz são os ingredientes que se associam ao caldo da cana para transformá-lo em vinho com graduação alcoólica, através da ação das leveduras (agentes fermentadores naturais que estão no ar). A sala de fermentação precisa ser arejada e com a temperatura ambiente em 25°. As dornas onde a mistura fica por cerca de 24 horas, podem ser de madeira, aço inox, plástico ou cimento.
Destilação
O mosto fermentado, a partir de agora denominado vinho, está pronto para ser destilado e dar origem à cachaça. O vinho de cana produzido pela levedura durante a fermentação é rico em componentes nocivos à saúde, como aldeídos, ácidos, bagaços e bactérias, mas possui baixa concentração alcoólica. Como a concentração fixada por lei é de 38 a 54oGL, é preciso destilar o vinho para elevar o teor de álcool. O processo é fazer ferver o vinho dentro de um alambique de cobre, produzindo vapores que são condensados por resfriamento e apresentam assim grande quantidade de álcool etílico.
A cachaça de cabeça, obtida na fase inicial da destilação, é rica em substâncias mais voláteis do que o etanol não recomendadas para o consumo sendo portanto descartada. Na prática, os produtores consideram que essa fração corresponde de 5 a 10% do total destilado. A cachaça do coração, a segunda fração destilada, é a cachaça propriamente dita, ou seja, aquela de qualidade elevada. Esta fração corresponde de 75 a 85% do total do produto destilado. A cachaça de cauda, ou “água fraca”, apresenta um maior teor de substâncias menos voláteis e indesejáveis e também é descartada.
Após a destilação, para corrigir eventuais defeitos de qualidade e dar maior limpidez, transparência e brilho, a cachaça passa por uma etapa de filtração, sendo então enviada para o envelhecimento.
Esta receita de torta de abacaxi com biscoito champanhe foi amor a primeira vista. Eu a conheci na casa de uma amiga, ela fez para gente na hora do lanche da tarde.
É uma torta muito gostosa e consistente, além de ser bem fácil de fazer. Tenho certeza que você vai acertar de primeira!
Algumas pessoas não curtem muito torta de abacaxi por acharem que fica meio azeda, mas é engraçado que algumas destas mesmas pessoas adoram mousse de limão, rsrs.. vá entender, deve ser preconceito contra o abacaxi, só pode. Logo ele que possui tantos benefícios para a saúde.
Após a fase de instalação do apiário, o apicultor deverá preocupar-se em realizar o manejo eficiente de suas colmeias para que consiga ter sucesso na atividade. Para isso, deverá estar sempre atento à situação das colmeias, observando a quantidade de alimento disponível, a presença e a qualidade da postura da rainha, o desenvolvimento das crias, a ocorrência de doenças ou pragas, etc. Desse modo, muitos problemas podem ser evitados caso sejam tomadas medidas preventivas, utilizando-se técnicas de manejo adequadas.
Revisão das colmeias
As revisões são realizadas para avaliar as condições gerais das colmeias e a ocorrência de anormalidades. Devem ser feitas somente quando necessário e de forma a interferir o mínimo possível na atividade das abelhas, evitando causar desgaste ao enxame, uma vez que, durante as revisões, geralmente ocorre um consumo exagerado de mel, mortalidade de abelhas adultas na tentativa de defender a colônia, mortalidade de crias em razão da exposição dos quadros ao meio ambiente e interrupção da postura da rainha, além de interferir na comunicação com a fonte de alimento.
Quando a atividade se tecnifica ainda mais e torna possível manter altas densidades de estocagem o sistema é denominado como intensivo. Inicialmente adotado em regiões serranas para a criação de trutas, que exigem alta renovação de água e oxigenação para seu cultivo, por meio de “raceways” (viveiros geralmente em alvenaria, estreitos e com grande fluxo de água), o sistema intensivo, com o auxílio de pesquisas e a adoção de novas tecnologias, já é utilizado na criação de diversas espécies tropicais de peixes e crustáceos. Quando adotado em terra firme este sistema caracteriza-se pela utilização de viveiros com alta renovação de água, por fluxo contínuo ou recirculação, capazes de manter altas densidades de estocagem sem que prejudique o desempenho dos animais. Os sistemas de recirculação, quando construídos dentro de galpões, são conhecidos comercialmente como “fábricas de peixe” onde é possível controlar a temperatura da água, do ambiente e ainda o fotoperíodo, tal como em granjas de aves de postura, para um maior desempenho dos animais.
Mais recentemente a utilização de tanques-rede em grandes represas e reservatórios de hidrelétricas, estuários e baías no mar, expandiu as fronteiras da aquicultura nacional, aumentando a produção, uma vez que nestes sistemas é possível obter produtividades, algumas vezes, acima de 30 toneladas por hectare ano. Nos sistemas intensivos o emprego de uma ração balanceada é essencial para atender as exigências nutricionais dos peixes, uma vez que nestes ambientes não há disponibilidade de alimento natural, além das altas densidades de estocagem.
Semeadora e Adubadora para plantio direto de feijão, milho, soja, sorgo....
O Disco de Corte cortar a palha; e Roda de ferro fundindo segura a palha para ser cortada.
Sistema de Distribuição de Adubo
- Sulcador para romper o solo e incorporar o adubo;
- Reservatório de aproximado 40 litros de adubo, caixa em plástico rotomoldado e peças internas em material não corrosivo (plástico, nylon e aço inox), sistema de distribuição do adubo rosca sem fim auto limpante;
Sistema de Distribuição de sementes
- Disco Duplo Desencontrado para Incorporar a semente;
- Reservatório de aprox. 10 litros por linha para a semente, caixa em plástico rotomoldado. Distribuição de Sementes com discos Horizontais, Grão à grão - Padrão Universal.
Conforme já abordamos na postagem sobre a I Edição do Jantar PANC, as PANCS (Plantas Alimentícias Não Convencionais) têm lugar de destaque entre os temas que estudamos e buscamos colocar em prática na Comunidade-Escola de Permacultura Nós na Teia. Afinal, nada mais ecológico do que valorizar plantas rústicas, que crescem em abundância e algumas espontaneamente em nosso jardim.
Hoje vamos trazer uma ideia muito simples, rápida e que todo mundo gosta: panquecas!
A panqueca que preparei teve um toque especial funcional e PANC. O objetivo foi preparar um prato super nutritivo e evitando alimentos alergênicos. Uma panqueca vegana e com uma quantidade bastante reduzida de trigo.
Janeiro, fevereiro, agosto e setembro são os meses em que as jabuticabeiras ficam com seus troncos e galhos repletos de jabuticabas. Eu amo essa frutinha redonda de polpa doce e caroço azedinho. Essa maravilha típica da Mata Atlântica só existe no Brasil, se você não tem acesso a ela, pode muito bem substituir por outra fruta na receita, como uva.
Estamos no final da época, mas só agora consegui jabuticaba para fazer essa musse. Aproveitei que viajei no feriado para Santa Catarina e colhi algumas na casa dos meus avós. Infelizmente não é difícil encontrar essa belezinha nos supermercados, elas estragam muito rápido. Mas é possível encontrar em feiras livres com maior facilidade.
Aprenda como construir uma armadilha para ajudar a impedir a proliferação do mosquito da dengue em sua casa e ainda reciclar garrafas Pet. O principio é simples, O mosquito coloca seus ovos perto da água, as larvas nascem, passam pela tela, crescem e não conseguem voltar, ficando presas dentro da garrafa e com isso acabam morrendo.
Os pulgões pertencem a ordem Hemíptera, família Aphididae. São de grande importância econômica, pois podem ocasionar sérios prejuízos às plantas cultivadas. São muito comuns nas plantas ornamentais, principalmente nas roseiras.
Quem vê o tamanho de um pulgão dificilmente acredita que um bicho tão pequeno, com no máximo 5 mm de comprimento, possa colocar em risco a saúde de tantas plantas ornamentais. Mas quem já observou a voracidade desses insetos pôde entender por que eles estão entre as pragas mais perigosas às espécies vegetais, ao lado de besouros, formigas e gafanhotos. Quando não controlada rapidamente, a infestação de pulgões pode ser fatal.
A sucção da seiva vegetal ocasiona prejuízo às folhas e deformação dos brotos, reduzindo severamente o desenvolvimento da planta. Os pulgões excretam um líquido açucarado (honeydew), atrativo para formigas, estabelecendo-se uma relação simbiótica onde as últimas oferecem proteção contra os inimigos naturais do pulgão, favorecendo sua permanência no ambiente. A deposição do honeydew nas folhas favorece o desenvolvimento da “fumagina”, que recobre a folha e dificulta sua respiração e fotossíntese debilitando-a ainda mais. Os pulgões podem ainda transmitir para a planta doenças causadas por fungos e bactérias.
Em zonas tropicais como as do Brasil os pulgões se reproduzem exclusivamente por partenogênese, na qual fêmeas produzem larvas fêmeas sem precisar de machos, isto é, eles se auto-reproduzem.
As fêmeas usam a partenogênese como forma mais rápida de reprodução - é capaz de gerar um clone a cada 20 minutos. Quando as condições começam a mudar, seja por falta de alimento, presença de predadores, ou mesmo o fim de uma estação, as fêmeas começam a produzir machos e fêmeas alados, que partem para novos locais e fazem reprodução sexuada.
Um controle alternativo rápido, barato e saudável para se controlar o pulgão, é o uso de Sabão Neutro com Água. Este método apresenta vantagens porque é de fácil aplicação, degrada-se rapidamente no meio ambiente e preserva os inimigos naturais do pulgão.
O Bolo de mel de cana da Madeira, ou simplesmente bolo de mel, é um bolo típico da doçaria do arquipélago da Madeira. Tal como o nome sugere, é preparado com mel de cana, remontando as suas origens à época áurea de produção de açúcar no arquipélago.
O bolo de mel da Madeira pode conservar-se durante um ano inteiro e é uma iguaria tradicional natalícia. De acordo com a tradição que ainda se mantém em algumas famílias, o bolo deve ser preparado no dia 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, dando início aos preparativos do Natal, em cujas mesas é uma presença habitual. É também tradição partirem-se os últimos bolos da fornada do ano anterior neste dia.
Para além do mel, o bolo inclui também farinha, fermento, erva-doce, canela, cravinho, nozes, amêndoas, vinho da Madeira e laranja, limão e cidra, entre outros ingredientes possíveis.
Tradicionalmente havia dois tipos de bolo de mel-de-cana: o pobre e o rico, distinguindo-se este último por ser muito rico em frutos secos especialmente nozes.
Tanques-Rede são gaiolas destinadas ao cultivo de peixes. Suas caraterísticas básicas são oriundas de centenas de anos atrás, usados largamento no continente asiático. De tamanhos variados, podem ser destinados à produção de inúmeras espécies de peixes, como a Tilápia-do-Nilo no Brasil. É composto por uma estrutura geralmente metálica, que dá o formato ao equipamento, flutuadores que variam de volume conforme o tamanho da gaiola, e a tela que irá fazer a contenção do peixe.
No Brasil, nos anos 2000, o Engenheiro Agrônomo César Iarema desenvolveu um novo modelo de tanque, a partir de uma estrutura única de alumínio, muito superior às opções até então disponíveis (ferro e em alguns casos madeira). A partir daí, a atividade começou a se profissionalizar, e o uso das gaiolas passou a ser o caminho definitivo para o desenvolvimento da piscicultura nacional. Várias melhorias foram aplicadas aos tanques com o passar do tempo.
Antônio Prado recebe o FenaMassa, festival que integra a gastronomia típica da imigração italiana à culinária contemporânea. Entre as atrações estão oficinas, artesanatos, passeios turísticos e o Museu da Massa. Porém o destaque é a comida.
E um prato que não pode faltar é a tradicional sopa imperial. Estima-se que a receita tenha se incorporado ao cardápio da cidade a partir da Pensão Giulian, local de repouso de muitos visitantes entre os anos de 1950 e 1970. Ensinada por imigrantes italianos, a sopa imperial permanece muito apreciada pelos moradores de Antônio Prado.