INGREDIENTES 1/2 kg batatas cozidas, espremidas e frias 2 xícaras (chá) de ora-pro-nobis fervida e picada na faca 5o gr queijo minas curado e ralado 1 xícaras (chá) de farinha de trigo 2 ovos 199 gr de massa de tomate Sal a gosto pasta de alho a gosto Pimenta-do-reino moída a gosto Modo de fazer:
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O ovinocultor deve fazer um bom planejamento antes de iniciar a criação. A nutrição é de extrema importância, porém muitos produtores, ao ingressarem na atividade, invertem a seqüência da realidade técnica, ou seja, primeiro compram os animais, em seguida preocupam-se com a alimentação.
Existem várias raças de ovinos criadas no Brasil, sendo as mais difundidas a Suffolk, Hampshire Down, Texel, Ile de France e Dorper (lanadas e específicas para carne). A Corriedale e Romney Marsh seriam as de dupla aptidão (carne e lã), além das nacionais deslanadas, como a Santa Inês e a Morada Nova (carne e couro).
Nos lanados há necessidade de se efetuar a tosquia uma vez por ano (outubro a janeiro). Como a lã é considerada um excelente isolante térmico, protegendo os ovinos tanto do frio quanto do calor, as raças lanadas podem ser criadas tanto em regiões frias como nas mais quentes (áridas e semi áridas).
Para criarmos qualquer raça, devemos levar em consideração a fertilidade do solo e o valor nutritivo do pasto, pois as exigências nutricionais das mesmas variam de acordo com a sua aptidão: as específicas para carne são mais exigentes, enquanto que as de duplo propósito têm média exigência nutricional.
Dentre as gramíneas mais indicadas para os ovinos destacam-se as seguintes: Estrela branca e/ou roxa, Tifton-85, Coast cross, Matogrosso, Aruana e Tanzânia. Deve-se evitar a Brachiaria decumbens, pois esta pode resultar em fotossensibilização nos animais. Além disso, sempre é importante lembrar da importância de sombra na pastagem, pois protege os animais da forte radiação solar nas horas mais quentes do dia, momento que aproveitam para ruminar.
A fertilidade do solo é um ponto imprescindível que deve ser levado em consideração, pois antes de implantar uma pastagem cultivada (gramínea e/ou leguminosa) devemos saber qual sua exigência em nutrientes e quanto o solo tem a oferecer (V% - saturação de bases).
Para isso antes de tudo deve-se fazer uma análise química do solo. Após essa prática, devemos então fazer o preparo do solo, calagem, adubação (química e/ou orgânica) e posteriormente a realização do plantio da forrageira.
O ideal é usar a técnica de pastejo rotacionado (divisão do pasto em piquetes), pois este promove a diminuição da verminose dos ovinos, uma vez que aproximadamente 80 a 90% dos vermes estão no pasto e somente 10 a 20% nos animais. Além disso, o pastejo rotacionado respeita o hábito de crescimento das gramíneas, deixando um período sem animais na área (período de descanso), conseqüentemente aumentando a produtividade da mesma e permitindo maior lotação animal.
O plantio da semeadura direta deve ser feito de janeiro a abril. Utilizando mudas o semeio deve ser de janeiro a maio, com transplante 40 a 50 dias após. Já o plantio de bulbinhos o semeio deve ser de julho a agosto, com colheita de outubro a novembro e plantio de janeiro a março. Os métodos mais usuais são os que empregam mudas (transplante) e bulbinhos. O cultivo de cebola no período de verão, consiste na semeadura entre 15 de novembro e 15 de janeiro tanto pela técnica de semeadura direta como por transplante, possibilitando a colheita de bulbos de abril a maio, dependendo do cultivar, do local e da época de plantio.
Cultivares promissores adaptados a esse sistema de cultivo estão sendo desenvolvidas. A época de transplante depende da variedade plantada e do desenvolvimento da muda. Nos plantios de julho em diante, o transplantio deve ser feito quando as mudas têm de 4 a 6 mm de diâmetro e os feitos antes de julho quando elas têm de 3 a 4 mm. Para semeadura direta são utilizadas de 4 a 5 kg/ha de semente, mudas (transplante) de 1 a 2 kg/ha e bulbinhos (formação de bulbinhos) de 1 a 2 kg/ha. Necessidade de bulbinhos: 1.500 a 1.800 kg/ha. O espaçamento utilizado é de 40 x 10 cm para o plantio.
Bata todos os ingredientes no liquidificador, deixando o fermento por último.
RECHEIO:
Frite a carne moída com o óleo, o alho, o coloral, a cebolinha, o caldo de carne e o sal. Se desejar acrescentar mais algum tempero, fique à vontade. Depois de bem frita, acrescente o milho verde.
MONTAGEM:
Despeje metade da massa numa fôrma untada. Coloque a carne e salpique o presunto. Despeje o resto da massa e ponha para assar. O tempo varia de acordo com o forno, mas a torta deve estar bem dourada.
INGREDIENTES
2 dentes de alho picados
1 fio de sopa de óleo
1 colher de chá de sal
2 xícaras de arroz
3 xícaras de água quente
MODO DE PREPARO
Lave bem o arroz
Coloque a água para ferver
Soque o alho picado
Em seguida, numa panela, coloque o alho picado e socado, espere
Acrescente então o óleo e deixe dourar
Quando o alho começar a suar, adicione o arroz
Refogue o arroz, e em seguida, coloque a água quente e o sal
Baixe o fogo, deixe a panela semi-tampada e deixe cozinhar até a água secar
Pronto
Como achar a distância certa entre as mudas (EP4) | Minha Horta na Cidade
Na série "Minha horta na cidade", produzida de uma forma toda especial por Siloé Oliveira nos Estados Unidos, a cada episódio você vai aprender mais um pouco sobre como fazer uma horta em casa e aproveitar o melhor dos alimentos. Nesse episódio, a gente aprende como encontrar o espaço na hora de plantar as mudas. Afinal, se você plantar muito perto, pode prejudicar o crescimento delas. Por outro lado, se plantá-las muito distantes, não irá aproveitar bem o espaço e dará espaço para o crescimento de outros matinhos indesejáveis! Conheça os prós e contras da distância das mudas!
“O mínimo de espaço que deve ser dado entre uma muda e outra na hora do plantio é o tamanho da copa da espécie”, indica o professor. “Isso evita que uma planta interfira no crescimento da outra”, completa. Dependendo da espécie, esse espaço poderá ser de apenas 20 cm - no caso de plantas rasteiras – chegando a metros de distância, quando se pensa em árvores de grande porte.
Outro dado importante a ser levado em consideração é a distância entre a planta e construções. Para evitar danos futuros às edificações é aconselhável que as mudas sejam plantadas com, no mínimo, 5 metros de distância de muros, casas e prédios.
Fertilizantes químicos VS. orgânicos (EP3) | Minha Horta na Cidade
Na série "Minha horta na cidade", produzida de uma forma toda especial por Siloé Oliveira nos Estados Unidos, a cada episódio você vai aprender mais um pouco sobre como fazer uma horta em casa e aproveitar o melhor dos alimentos. Nesse episódio você aprende as diferenças e como usar os fertilizantes químicos e os orgânicos.
Você que já tomou a decisão de dedicar tempo e espaço de sua casa ou apartamento para cuidar de plantas, não pode deixar de entender do que elas se alimentam e o que precisam para se manterem saudáveis. Como cada planta necessita de determinados nutrientes, é necessário manter o solo bem guarnecido.
O fertilizante é o ‘alimento’ da planta. É uma substância mineral ou orgânica, natural ou sintética, que fornece um ou mais nutrientes para os vegetais. Uma das classificações possíveis dos fertilizantes diz respeito à natureza química dos nutrientes, que podem ser minerais, orgânicos ou organominerais. Muitas pessoas confundem essa classificação, julgando haver elementos nocivos no fertilizante. Tais elementos estão comumente presentes em agrotóxicos e defensivos químicos, mas podem ser substituídos por produtos naturais como o óleo de neem. Quando se pergunta a diferentes pessoas qual fertilizante elas preferem pode-se começar um debate sem fim. Há diferenças significativas principalmente entre fertilizantes orgânicos e mineiras em termos de disponibilidade de nutrientes e efeitos de longo prazo no solo, plantas e meio ambiente.