As camélias são arbustos perenes queprosperam em clima ameno, preferindo locais com sombra parcial, solo ácido (pH 5,5-6,5), rico em matéria orgânica e bem drenado. Necessitam de regas regulares, especialmente no verão para proteger os botões, e adubação no início da primavera.
Segundo a tradição oriental, a camélia representa o romantismo e a dedicação entre os enamorados, pois, as pétalas e o cálice de suas flores atravessam o ciclo da existência unidos, durante muito tempo, simbolizando a persistência do amor e a devoção mútua dos que se amam.
Não é a toa que o famoso autor Alexandre Dumas Filho intitulou uma de suas obras românticas, que depois virou filme, de Dama das Camélias.
Dá até para se dizer que, se a camélia fosse uma mulher, esta seria cheia de vigor, inspiradora, exuberante e romântica.
A camélia é um arbusto de beleza rústica com flores e folhas robustas, viçosas e resistentes, conferindo vivacidade e energia, no ambiente, onde onde for plantada.
Dependendo da sua cor, esta flor tem um significado diferente. Dizem que as camélias cor-de-rosa significam grandeza de espírito; as brancas simbolizam a beleza e as vermelhas o reconhecimento.
Todas porém, como vimos, representam o romantismo e a dedicação entre os enamorados dada a sua natureza, a sua morfologia.]
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Para
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O própolis é
uma substância resinosa produzida por abelhas a partir de
seivas de árvores, utilizada para proteger a colmeia contra fungos e
bactérias. Para humanos, é um potente aliado da saúde devido às
suas propriedades terapêuticas.
Principais
Benefícios
Imunidade: Atua
modulando a resposta imune, auxiliando na prevenção de infecções
respiratórias.
Anti-inflamatório
e Cicatrizante: Eficaz
contra dores de garganta, sinusite e na cicatrização de feridas ou
queimaduras.
Antifúngico
e Antibacteriano: Ajuda
a combater fungos teimosos e diversas bactérias.
Controle
Metabólico: Estudos
sugerem auxílio no controle da glicemia em diabéticos e proteção
da função renal.
Unimed
Goiânia +8
Tipos
e Diferenças
A
cor e as propriedades dependem da planta de origem:
YouTube +1
Verde
(Alecrim-do-campo): Rico
em artepelina-C,
é o mais estudado no Brasil por sua ação antioxidante e
antitumoral.
Vermelho
(Rabo-de-bugio): Possui
alta concentração de isoflavonas, sendo útil para sintomas da
menopausa.
Marrom
(Resinas variadas): Mais
comum e acessível, com boa ação cicatrizante e para saúde
bucal.
Como
Usar
A
dosagem varia conforme o objetivo e a idade:
Adultos: Geralmente
de 10
a 20 gotas diluídas
em água, suco ou chá. Alguns protocolos sugerem até 1 gota por
quilo em estados infecciosos.
Crianças
(2-12 anos): Recomendado
de 5
a 10 gotas,
preferencialmente na versão aquosa (sem
álcool).
Uso
Externo: Sprays
para garganta ou pomadas para cicatrização de pele.
Você
gostaria de saber qual o melhor
horário para
tomar ou tem alguma condição
de saúde específica que
deseja tratar com o própolis?
A própolis é uma substância produzida pelas abelhas e formada por ceras e resinas. Essa substância é misturada com o pólen para ser utilizada como antibiótico dentro da colméia. Com a própolis dentro da colméia, impede-se a proliferação de micróbios e vírus.
A própolis é uma defesa antimicrobiana natural das plantas. Tem consistência viscosa e a sua cor, sabor e aroma variam de acordo com sua origem botânica
O própolis é uma substância produzida pelas abelhas a partir da seiva das árvores, que é combinada com a cera e a saliva das abelhas, resultando em um produto marrom pegajoso que serve como revestimento e proteção da colmeia.
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Por muitas vezes, pequenos erros na forma de como criar galinha caipira pode nos levar a grandes perdas em nossas propriedades e, com isso, não atingirmos o rendimento máximo das nossas aves. Saiba como criar galinha caipira de forma lucrativa e aprenda como solucionar alguns desses problemas de forma muito simples e eficaz.
Hoje nós vamos falar um pouquinho sobre como conseguir bons lucros na avicultura executando boas práticas de manejo em nosso projeto de criação de galinha caipira.
Você tem ou pretende ter uma criação de frangos caipiras?
Está precisando de informações sobre como criar galinha caipira e desenvolver um sistema que possa aumentar a produtividade da sua criação?
Saiba que você está no lugar certo, aqui no nosso blog vamos trocar algumas idéias e experiências de como obter lucro criando galinhas no sistema alternativo de forma profissional e sistemática.
Ontem, eu recebí um e-mail de um criador de galinhas caipiras que mora lá em Januária, MG, e que gostaria de saber como criar galinha caipira e qual era a melhorar maneira de aumentar a produção de suas aves, pois, conforme suas próprias palavras, “de uns tempos para cá, elas não vem produzindo nem o suficiente para pagar o milho que come”.
E as dúvidas que ele me relatou, de certa forma, pode estar acontecendo com muitos criadores no Brasil inteiro que não estão sabendo como criar galinha caipira de forma profissional.
A primeira questão está relacionada com a raça de galinhas que ele está criando em sua propriedade.
Pessoal, está comprovado que criar galinhas sem raça definida não trás retorno econômico, em função da baixa produtividade de carne e ovos que essas aves possuem. A conversão alimentar das galinhas “pé duro” é muito ruim, ou seja, consomem muita ração e produzem poucos ovos ou carne.
como criar galinha caipira
O primeiro passo, para resolver esse problema, é fazer uma aquisição de aves de raça pura que tenha dupla aptidão ou que tenha uma característica específica para produção de carne ou ovos.
Outra questão importante de como criar galinha caipira é com relação à alimentação das aves, se você está oferecendo apenas milho para suas aves, fique sabendo que elas estão recebendo uma alimentação deficiente em alguns nutrientes que são importantíssimos para uma boa produção de carne ou ovos.
Na criação de galinha caipira devemos sempre oferecer a alimentação adequada para cada fase de vida da ave.
Em seu e-mail ele descreve também que tem um galinheiro, de mais ou menos seis metros quadrados, onde ele abriga as galinhas (82 aves) durante a noite e em épocas chuvosas.
Um fator muito importante de como criar galinha caipira e que não é uma prática comum nos criatórios, é o dimensionamento correto para a construção do galpão (galinheiro). Um projeto adequado para 80 aves deveria ter, pelo menos, oito metros quadrados.
No momento da construção do galpão existem outros fatores que devem ser levados em consideração para que as aves tenham um ambiente onde elas possam receber as condições ideais para um desempenho eficiente.
Por último, e não menos importante, devemos oferecer às aves uma fonte de água fresca e potável em recipientes que devem ser limpos todos os dias, para evitar que haja contaminação por fungos e bactérias em seu plantel.
A canola (Brassica napus L. var oleífera) é uma espécie oleaginosa, da família das crucíferas, passível de incorporação nos sistemas de produção de grãos do Sul do Brasil. Destaca-se como uma excelente alternativa econômica para uso em esquemas de rotação de culturas, particularmente com trigo, diminuindo os problemas de doenças que afetam esse cereal e possibilitando a produção de óleos vegetais no período do inverno, quando uma grande área de cultivo no país fica ociosa. Também traz benefícios para o sistema de rotação de culturas das propriedades agrícolas, envolvendo tanto as leguminosas, como soja e feijão, como gramíneas, caso do milho, cultivadas em sucessão aos cultivos de inverno, na safra de verão.
Além de produção de óleo para consumo humano, a canola também pode ser utilizada para a produção de biodiesel e, do farelo resultante (34 a 38 % de proteínas), para uso da alimentação animal, na formulação de rações.
No Brasil, hoje, se cultiva apenas canola de primavera, da espécie Brassica napus L. var. oleifera, que foi desenvolvida por melhoramento genético convencional da colza, grão que apresentava teores mais elevados de ácido erúcico e de glucosinolatos. Na Embrapa Trigo, as pesquisas e experiências com a produção e uso de óleo de colza como combustível, iniciadas nos anos 1980, foram interrompidas na década de 1990 após o abrandamento da crise do petróleo e consequente alteração de prioridades governamentais. No final dos ano 1990, retomou-se a pesquisa com essa cultura, exclusivamente com o padrão canola. Atualmente, com a demanda pelos biocombustíveis, essa cultura conta com um novo incentivo na pesquisa e na produção.
Este “Sistema de Produção” é mais um resultado do esforço que a Embrapa Trigo e sua equipe de pesquisadores vêm realizando em favor do desenvolvimento da cultura de canola no País. Seguindo a política editorial desta série, contempla informações geradas tanto no âmbito da Embrapa quanto por outras instituições de pesquisa do País e do exterior. É um guia com informações valiosas e consistentes, contendo orientações para os mais diferentes segmentos da cadeia produtiva desta oleaginosa no Brasil.
Este método é utilizado, principalmente, por médios e grandes produtores, que normalmente dispõem de sistema de irrigação por aspersão do tipo pivô-central.
A semeadura é realizada mecanicamente por meio de semeadoras convencionais ou a vácuo, utilizando-se entre 3 e 5 kg de sementes por hectare. As semeadoras a vácuo fazem a semeadura com maior precisão e utilizando menor quantidade de sementes que as de distribuição mecânica.
A maioria dos produtores realizam a semeadura de março a abril, em canteiros com 1,3 a 2,0 m de largura no topo e 15 a 20 cm de altura (Figura 1). Em alguns casos, a semeadura é realizada diretamente na superfície do solo, sem utilização de canteiros, de modo a aumentar o número de plantas por área, pela eliminação das ruas entre canteiros. Neste caso, deve-se evitar épocas ou locais sujeitos ao encharcamento.
A semeadura é feita em linhas simples ou duplas, conforme a máquina empregada, a 1,0–1,5 cm de profundidade. Quando se utilizam linhas duplas espaçadas cerca de 12 cm entre si e 18 cm entre as linhas duplas, trabalha-se com até 20 sementes por metro linear em cada linha. No caso de uso de linhas simples, mais comum quando se cultiva cebola no sistema de plantio direto (SPD), são dispostas até 45 sementes por metro linear.
Para semeadura direta em pequenas áreas, existem equipamentos rústicos, basicamente cilindros ou latas perfuradas, desenvolvidos e/ou adaptados pelos próprios agricultores.
Observa-se tendência de aumento no estande e, consequentemente, no número de sementes por metro linear no plantio. O limite no estande tem sido definido pela tolerância da cultivar ao adensamento, devendo-se considerar que os bulbos de cebola apresentam grande capacidade de arranjo espacial em altas densidades na linha de plantio. Observa-se que bulbos aparentemente deformados no campo, por vezes até triangulares, em função do adensamento de plantas, tendem a se arredondar no processo de cura, reduzindo estas deformações.
O método de semeadura direta, associado à escolha de cultivares híbridas que toleram o adensamento, permite atingir altas populações finais, por vezes superiores a um milhão de plantas por hectare, assim como altas produtividades, superiores a 100 t.ha-1.
A semeadura direta no SPD vem sendo realizado com sucesso em algumas regiões, especialmente em São José do Rio Pardo, SP, pelo uso de semeadoras a vácuo com mecanismos de corte da palhada. O espaçamento entre linhas de plantio é de 30 a 45 cm e o número de sementes por metro linear utilizado varia de 30 a 45, resultando em uma população de 800 a 1.200 mil plantas por ha na semeadura e 650 a 900 mil plantas por ha na colheita.
As dificuldades mecânicas com relação a obter uma eficiente distribuição de sementes em função da maior irregularidade da superfície, que não é revolvida, e da presença de resíduos culturais, muitas vezes irregularmente distribuídos sobre o solo, vem sendo solucionadas pelo desenvolvimento e adaptação das plantadoras.
Predomina o uso do milho como planta fornecedora de palhada para o SPD em cebola. Mesmo após sua trituração, é difícil a operação da semeadora sobre palhada de milho. Alguns produtores, para reduzir este problema, tem efetuado uma leve gradagem niveladora, incorporando parcial e superficialmente a palhada, facilitando a operação da máquina.
A esta prática no início chamou-se vulgarmente de “cultivo mínimo”, termo equivocado visto que o revolvimento é bem maior que no SPD e que “cultivo mínimo” e “plantio direto” são sinônimos para muitos técnicos, inclusive em literatura internacional – “minimum tillage” e “no-tillage”. Passou-se então a adotar o termo “gradinha” ou tecnicamente “plantio com preparo reduzido”. Todavia, o plantio com preparo reduzido revolve superficialmente o solo, desestruturando-o, e acelera a decomposição da palhada. A utilização de plantas de cobertura que forneçam palhada mais fina como o milheto ou a aveia pode melhorar o sistema, devendo-se avaliar sua viabilidade econômica, sempre considerando as realidades locais.
Particularmente para cultivos de verão, o semeio no local definitivo sobre a palhada pode proporcionar incrementos produtivos quando comparado ao sistema convencional com o semeio em solo descoberto, em função do enorme efeito maléfico causado pelas fortes chuvas que ocorrem nesta época no estágio inicial de desenvolvimento da cultura, comprometendo o estande final.
A cebola (Allium cepa L.) pertence a família das a aliáceas. É originária do Centro da Ásia e foi sendo dispersa para o Ocidente. Chegou na Pérsia espalhou-se para a África e Europa. Os primeiros colonizadores foram responsáveis pela chegada da cebola no Continente Americano, onde no Brasil, é cultivada desde Pemambuco até o Extremo Sul do país (Murayama, 1973).
A cebola é consumida principalmente in natura na forma de saladas e como condimento ou tempero, na alimentação humana. Atualmente, pode-se afirmar que é consumida por quase todos os povos e, em conseqüência, sua produção e comércio estão distribuídos em todas as partes do mundo. A quantidade e o valor da produção da cebola, quando comparados com outros produtos agrícolas parecem ser insignificantes, mas na dieta alimentar é de grande importância. A cebola é a base econômica de um grande número de produtores agrícolas, dada a especificidade das características deste produto (Debarba et al., 1998).
Como para as demais hortaliças cultivadas a campo no Brasil, o período de março a novembro concentra a maior parte da produção de cebola nas principais regiões produtoras.
Neste período, as temperaturas são menores, principalmente as noturnas, e a ausência de períodos longos de chuva facilitam o manejo da cultura, principalmente o controle de doenças, e propiciam a produção de bulbos de melhor qualidade. A Região Nordeste (Bahia e Pernambuco, principalmente) é exceção, pois produz cebola o ano todo sob irrigação, embora, como nas demais regiões, considera-se o período de dezembro a março como o mais adverso à cebola, em termos climáticos.
Plantando-se em março-abril, o crescimento ocorre sob condições adequadas de temperatura e num período de encurtamento de fotoperíodo, mas ainda suficientemente longo para o crescimento rápido das plantas. A partir do final de junho, o fotoperíodo e a temperatura voltam a crescer. A bulbificação iniciará quando o fotoperíodo e a temperatura exigidos pela cultivar forem atendidos.